Crescimento econômico da Alemanha é mantido pela indústria, diz banco central

Um relatório mensal realizado pelo banco central da Alemanha informou que o crescimento do país deverá se manter em um alto nível nos novos dados que deverão ser divulgados em relação ao terceiro trimestre deste ano. Segundo o relatório, a maior economia da Europa ainda é impulsionada pelo setor de encomendas industriais, considerado excepcional para o país. Mesmo os índices apontando para uma queda no consumo privado do país e para uma estabilização por parte da construção, o banco central da Alemanha acredita que o nível elevado de crescimento será mantido.

Em resposta ao relatório, o banco central da Alemanha informou: “A indústria, sustentada pela forte demanda por exportação, deve manter seu papel como pilar principal da economia forte”. O banco ainda completou dizendo: “A situação das encomendas industriais é excelente.”

Com a menor taxa de desemprego de toda a zona do euro, a Alemanha se destaca por ser uma das maiores economias mundiais e a maior da Europa. O seu avanço econômico para este ano foi acima do esperado por muitos economistas, sendo o grande pilar que sustenta toda a confiança por de trás do euro e do Banco Central Europeu.

O relatório elaborado pelo banco central da Alemanha destacou que a produção de automóveis no país superou todo o momento difícil vivido no terceiro trimestre. Segundo o banco, as encomendas externas que partiram para fora da zona do euro foram excelentes para o terceiro trimestre deste ano.

Contudo, o banco informou no relatório que o setor de construção não teve grande impacto na contribuição para a expansão econômica do país. O nível de produção para o setor de construção se manteve alto e as vendas no varejo registram queda. Sendo assim, o consumo local para o setor de construção teve uma enfraquecida no país neste último trimestre, conta o Bundesbank – o banco central da Alemanha.

Em nota o banco disse: “Contra o pano de fundo da boa confiança do consumidor, do mercado de trabalho e das perspectivas de renda favoráveis, não se espera uma deterioração duradoura no consumo”.

Em vista disso, o Bundesbank considerou que o crescimento econômico da Alemanha continuará estável e alto até o fechamento deste último trimestre.

 

Conforme o planejado, BNDES transfere R$ 50 bilhões ao Tesouro Nacional em 2017

Uma transferência de R$ 17 bilhões foi realizada para o Tesouro Nacional. O valor transferido do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – para o Tesouro Nacional, foi divulgado no dia 26 de outubro de 2017 e autorizado pelo atual presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveiras e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

“A liquidação antecipada poderá ocorrer parcial ou totalmente sob a forma de títulos públicos. Independentemente da forma de pagamento, a Dívida Bruta do Governo Geral – DBGG será reduzida no exato montante liquidado pelo BNDES”, afirma o presidente da instituição.

O valor de R$ 33 bilhões já havia sido devolvido ao Tesouro Nacional em 2017, faltando R$ 17 bilhões para completar o planejamento de pagar R$ 50 bilhões da dívida este ano. O valor de R$ 17 bilhões liberados em outubro deste ano antecipa a parcela da dívida com a União.

“Esta antecipação não afeta a estrutura patrimonial do BNDES, nem sua capacidade de financiar projetos que irão garantir a retomada sólida do ritmo de crescimento da atividade econômica brasileira”, disse o presidente da instituição.

A antecipação de parcelas da dívida está sendo estudado já para o ano que vem com adicionais revisados em novas projeções de pagamento. “Tal antecipação terá reflexos importantes sobre a percepção dos agentes econômicos quanto à real capacidade do país em estabilizar o seu endividamento, elevando as expectativas destes em relação à economia e trazendo benefícios para todos os envolvidos na operação. O atual cenário é desafiador, exigindo medidas adicionais ao ajuste orçamentário em curso para garantir a estabilização da dívida pública no médio prazo”, explica o presidente da instituição.

Junto ao anúncio do pagamento da parcela da dívida ao Tesouro Nacional, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também aproveitou para enfatizar a Reforma da Previdência e sua importância para o atual momento de retomada da economia do país. O ministro diz que a discussão e tramitação deste importante projeto deve ser retomada imediatamente este ano, após ter sido paralisado mediante as denúncias enfrentadas pelo presidente da República, Michel Temer, neste ano.

 

5 dicas para criar uma loja virtual

Para quem deseja iniciar no empreendedorismo digital, criar uma loja virtual é uma das alternativas mais populares. O setor de comércio eletrônico apresenta boas oportunidades para quem deseja montar um negócio.

No conteúdo a seguir, trouxemos 5 dicas essenciais para todos os empreendedores que desejam criar uma loja virtual. Confira:

1. Escolha o que vender

O primeiro passo é decidir o que será vendido. A dica é procurar por produtos que possuam uma grande demanda, como eletrônicos ou moda íntima. Procure por revendedores e fornecedores do item que será vendido e negocie bons preços. Muitos empreendedores começam suas lojas importando da China.

2. Escolha a plataforma

Depois de escolher o que será vendido em sua loja virtual, chegou o momento de decidir a plataforma para criar a loja. Existem diversas opções no mercado, cada uma com preços e características distintas. Escolha a opção que couber no orçamento e a que apresentar as melhores condições de suporte.

3. Escolha um domínio

Agora chegou o momento de escolher um endereço web para a loja virtual. A dica é que o domínio seja .com.br e leve o nome da loja. Caso o empreendimento não tenha um nome, ainda, procure por algo que tenha relação com o produto que será vendido. Lembre-se que o nome da loja deverá ser fácil de ser memorizado.

4. Cadastre os produtos na plataforma

Chegou a hora de cadastrar os produtos na loja virtual. Siga as instruções fornecidas pela plataforma e lembre-se de tirar fotos com boa definição para que os clientes possam ver os detalhes dos itens que serão oferecidos. Caso tenha dúvidas, entre em contato com o suporte da plataforma para receber orientações.

5. Divulgue a loja

Com tudo pronto, agora é o momento de divulgar a sua loja e realizar as primeiras vendas. Canais como o Facebook, Google e Whatsapp são ótimos para atrair novos clientes. É importante contar com uma estratégia de divulgação para não cometer spam.

Arrecadação tributária chega a 105 bilhões em setembro

A arrecadação tributária chegou a R$ 105,595 bilhões em setembro, o que representa um aumento de 1,17% em relação a agosto e 8,66% ante ao mesmo período do ano passado. É o segundo aumento consecutivo e o melhor desempenho para o mês desde 20015.

De janeiro a setembro, o governo já arrecadação R$ 968,334 bilhões, um crescimento de 2,44% na comparação no mesmo período do ano passado. Entre os pontos para o saldo positivo estão o Refis e as desonerações.

Refis

A Refis visa o parcelamento dos débitos relativos a tributos e contribuições com diferentes órgãos. Em setembro a arrecadação da Refis somou R$ 3,401 bilhões segundo dados da Receita Federal.

Desde o início de 2017 até setembro o Refis gerou R$ 10,985 bilhões em arrecadações. Desse montante, R$ 7,038 bilhões são referentes a débitos tributários e R$ 3,947 bilhões a parcelamentos da dívida ativa.

O prazo para que os contribuintes com débitos ingressarem no programa termina no dia 31 de outubro. Ainda não foi sancionado o projeto de lei de conversão pelo presidente e por essa razão os contribuintes que já aderiram pagam conforme as regras do texto original.

Ocorre que a lei pode ser sancionada com vetos, diminuindo o número de adesões e consequentemente de arrecadações.

Números das desonerações

As desonerações em setembro chegaram a R$ 7,035 bilhões, abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando chegou a R$ 7,604 bilhões. De janeiro até setembro, as desonerações resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 63,318 bilhões. No mesmo período do ano passado esse valor ficou em R$ 68,310 bilhões.

A desoneração da folha de pagamentos, por exemplo, representou um custo de R$ 1,204 bilhão em setembro aos cofres federais. No acumulado do ano, esse montante chegou a R$ 10,864 bilhões.

No segundo trimestre, o governo chegou a apresentar a medida provisória 774 para desoneração da folha para cerca de 50 setores a partir de início de julho, porém não houve apoio e a medida nem sequer foi votada. Foi apresentada então um novo projeto de lei objetivando a reoneração da folha, contudo ainda não foi votada.

 

Pesquisa revela que aumentou o percentual de pais que poupam para os filhos

Uma pesquisa feita pela Boa Vista SCPC apontou que houve um aumento no número de pais que buscam guardar dinheiro para os filhos. O número saltou de 42% registrado no ano passado para 59% neste ano. A pesquisa foi realizada com um total de 1.060 pessoas em todo território nacional.

Os dados ainda indicam que 61% dos pais que guardam dinheiro para o futuro de seus filhos escolhem a poupança como forma de investimento. Cerca de 7% investe a quantia poupada em ações, fundos e CDB, o que significa um aumento de 3 pontos percentuais se for comparado com o percentual do ano passado. Ainda sobre os investimentos, a pesquisa apontou que 8% dos pais tem dinheiro aplicado em previdência privada e mais outros 6% possuem títulos de capitalização para o futuro dos filhos.

A pesquisa observou que 85% dos consumidores entrevistados consideram a educação financeira muito importante para a vida das crianças e dos adolescentes. Dentro desse percentual, cerca de 65% dos entrevistados afirmaram conversar e explicar noções básicas de finanças como o que é o dinheiro, como se ganha e para que ele serve. Mesmo sendo algo muito importante para as crianças, a pesquisa da Boa Vista identificou que apenas 3% das crianças brasileiras aprendem noções financeiras nas escolas.

Outro percentual apontado pela pesquisa é de que 32% dos pais entrevistados alegaram incentivar os filhos a economizar a mesada ou semanada que eles recebem. Segundo os pais, o valor dado aos filhos é passado com uma carga de responsabilidade para que os pequenos aprendam a lidar com o dinheiro de forma consciente.

Em média, a pesquisa revelou que 22% dos pais entrevistados possuem o hábito de dar dinheiro aos filhos como mesada ou semanada. Contudo, cerca de 96% desses pais que dão dinheiro aos filhos utilizam a quantia com algum gasto relacionado às crianças.

Em relação ao dinheiro dado aos filhos, cerca de 4% dos pais adotaram a modalidade de cartão pré-pago ou ainda o cartão de crédito adicional. Dentro desse pequeno percentual, cerca de 56% utilizam o cartão por ser uma ferramenta prática para organizar as despesas dos filhos, e outros 44% acreditam que o cartão possa servir como aprendizado de controle para os filhos.

Escritório de Ricardo Tosto, o Leite, Tosto e Barros é citado no Chambers

O escritório de Direito Leite, Tosto e Barros mais uma vez demonstra seu profissionalismo e é mais uma vez premiado no Chambers. Trata-se de um dos mais importantes diretórios internacionais, responsável por avaliar escritórios e advogados de todo o planeta. Também informa quais os profissionais e escritórios mais expressivos em seu campo de atuação.

O escritório, que tem como sócio-fundador o advogado Ricardo Tosto, está entre os reconhecidos da edição 2018 guia Chambers Latin America. A edição já foi publicada, contudo só será lançada no Brasil no fim do ano. Os escritórios e demais interessados podem conferir a versão prévia na internet.

De acordo com a publicação, a equipe do escritório de Ricardo Tosto é reconhecida pela “atuação robusta ao assessorar regularmente os clientes dos setores de infraestrutura, energia e bancário em todos os tipos de litígios, incluindo ações de recuperação de créditos, […] questões trabalhistas, de seguros e de responsabilidade por fato do produto”.

O texto também destaca que o escritório fomenta processos arbitrais estratégicos relacionados aos setores de engenharia e construção. Além disso, os clientes acreditam que o escritório apresenta uma série de pontos fortes, entre eles o profundo conhecimento jurídico, o acompanhamento cuidadoso dos casos e o comprometimento dos processos por toda a equipe.

O Chambers Latin America destaca em seu texto algumas características do empreendimento: “eles são muito proativos e respondem aos nossos questionamentos de forma quase imediata”. O guia enfatizou as atuações primordiais do escritório de Ricardo Tosto na representação da empresa JBS em um processo ingressado pelo Banco Safra que gira em torno de US$ 16 milhões.

A publicação também citou alguns dos clientes mais expressivos do escritório, a exemplo da companhia aérea Azul, Paranapanema, a multinacional holandesa bancária Rabobank, a GM e o Banco Fibra. Além disso, destacou o advogado Paulo Guilherme de Mendonça Lopes como o principal contato dos clientes.

O empreendimento também foi citado positivamente na edição do ano passado da Latin Lawyer 250. Uma importante publicação em que são indicados os principais profissionais e escritórios de advocacia da América Latina. Nessa premiação, Ricardo Tosto foi apontado como um dos principais profissionais brasileiros na área do Contencioso.

O escritório Leite, Tosto e Barros

Com uma ótima estrutura e profissionais capacitados nas mais diferentes áreas do Direito, o escritório de advocacia Leite, Tosto e Barros apresenta mais de uma sede: Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. São mais de 300 funcionários divididos em diferentes áreas. Na jurídica, o empreendimento de Ricardo Tosto conta com um consultor, 12 associados e 27 sócios.

O consultor Paulino Brancato Neto foi escolhido para liderar uma nova equipe na área de atendimento do escritório. A nova área vai tratar de assuntos relacionados a questões envolvendo planos de saúde e a previdência, e será chamada de “Saúde e Previdência Complementar”.

O escritório de Direito Leite, Tosto e Barros apresenta uma atuação salutar, agindo em processos de diferentes áreas do Direito. São elas: Político e Eleitoral, Direitos do consumidor, Penal Empresarial, Foreign Desks: China Desk, Fusões e Aquisições, Imobiliário, Ambiental, Arbitragem, Compliance, Concorrencial, Societário, Trabalhista e Previdenciário, Administrativo, Bancário, Civil Reestruturação de Dívidas e Créditos, Comercial e Contratos, Família e Sucessões, Infraestrutura e Regulatório, e Tributário.

 

Órgãos de trânsito poderão oferecer parcelamento de multas no cartão de crédito

O Contran – Conselho Nacional de Trânsito, anunciou no dia 18 de outubro que as multas de trânsito poderão ser pagas através dos cartões de crédito e débito. A resolução publicada pelo conselho diz que o infrator poderá ter a opção de utilizar cartões no pagamento de multas, e além disso, poderá optar pelo parcelamento do valor.

Contudo, a resolução também especifica que no caso do parcelamento, o infrator deverá estar ciente de que poderão ser cobrado juros relativo a administração da entidade financeira do cartão de crédito utilizado. A cobrança de juros no parcelamento será igual à que acontece quando o cartão de crédito é utilizado para parcelar pagamentos em outras lojas que não são a emissora do cartão.

Com a publicação da resolução, Contran assegura que a nova modalidade de pagamentos de multas de trânsito já está em vigor. Mas o conselho ainda afirmou que cada órgão de trânsito de cada estado e cidade, deverá se adaptar a nova modalidade adquirindo a máquina de cartões e o serviço de pagamentos. Neste último caso, a resolução diz que cada órgão de trânsito do país tem a autonomia para decidir se deve ou não se adaptar para os pagamentos com os cartões, sendo assim, não é obrigatório.

O parcelamento das multas de trânsito já acontece no país por parte de algumas prefeituras e Detrans. Através de documentos de arrecadação, o parcelamento escolhido pelo infrator tem como obrigação o pagamento do primeiro boleto emitido para a dívida assim que o infrator decide assinar o termo de adesão.

O diretor do Denatran – Departamento Nacional de Trânsito, Elmer Vicenzi, revelou que esse tipo de parcelamento era feito pelos proprietários dos veículos que buscavam regularizar o veículo imediatamente, e assim obter o licenciamento ou ainda transferir o veículo para outra pessoa. O problema é que a maioria dos proprietários pagavam as primeiras parcelas e abandonava o restante.

A nova regra permite que os órgãos de trânsito existente no país, como os Detrans, Der, Dnit, prefeituras e Polícia Rodoviária, habilitem o serviço feito pelas empresas financeiras do país a fim de oferecer a opção de cartão no pagamento das multas e ainda a quitação das multas dos proprietários dos veículos.

 

Mangabeira e Manaira Shopping – conheça os empreendimentos de Roberto Santiago

Há quase três anos era inaugurado um projeto de arquitetura impressionante na capital paraibana. O Mangabeira shopping, empreendimento do empresário Roberto Santiago, que se tornou um dos maiores centros comerciais do Nordeste e do país.

Durante a abertura, o público consumidor em potencial foi de 350 mil. Atualmente, em dias de inauguração, algumas lojas chegam a registrar um faturamento cinco vezes maior em relação a inauguração em outras partes do país. O que mostra a força do empreendimento.

Foram mais de dois anos e meio de obras até a inauguração do Mangabeira Shopping. Estimativas mostram que foram investidos quase meio bilhão de reais e mais de 3 mil empregos foram gerados de forma direta.

Nesse período surgiram dúvidas se o centro comercial atrapalharia outro centro comercial idealizado por Roberto Santiago, o Manaira Shopping, também localizado em João Pessoa-PB. De acordo com o empreendedor, na época, nem 5% dos consumidores do antigo centro migrariam para o novo.

As desconfianças ficaram para trás, uma vez que Manaira Shopping manteve um crescimento de movimento entre 10% e 15% ao ano. O empreendimento é um pouco mais tradicional e foi inaugurado em 1989, sendo considerado um dos maiores centros de compras já construídos no país. Não só pelas suas cinco expansões que passou desde que foi inaugurado, como também pelo público cativo.

E em uma dessas expansões do Manaira Shopping que Roberto Santiago construiu a Domus Hall, que viria a ser uma das principais casa de shows da capital paraibana. Com ambiente climatizado e acústica perfeita, a Domus Hall conta com uma estrutura moderna, capaz de receber atrações importantes de todo o mundo.

Localizada na cobertura do shopping, o formato da Domus Hall permite oferecer um espaço de boate gigante ou grande teatro para apresentações de arte e entretenimento. Sua capacidade é de 4 mil pessoas sentadas ou 10 mil em pé em dois andares de festa: térreo e mezanino com camarotes e camarins.

O Mangabeira Shopping

O projeto foi idealizado entre os anos de 2007 e 2009 e tinha traços urbanos e sociais. Logo ele foi capaz de modificar a estrutura da região, que antes eram formadas apenas por residências e passou a abrigar também edifícios e lojas comerciais.

Além disso, as casas e terrenos ficaram mais valorizados após a inauguração, mesmo a região sendo bastante habitada. Também estimava-se que houve uma maior evolução socioeconômica dos moradores da área. O empreendimento trouxe mais recursos e empregos.

Hoje em dia, o shopping é um dos principais fomentadores do desenvolvimento do bairro Mangabeira e da zona sul de João Pessoa.

Sobre Roberto Santiago

O empresário nasceu (em 1958) e cresceu em João Pessoa. Durante a infância frequentou o tradicional Colégio Marista Pio X e na adolescência cursou Administração de empresas no Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ).

Roberto Santiago começou sua carreira profissional cedo, no Café Santa Rosa e após adquirir experiência decidiu investir na sua própria companhia de cartonagem. Em seguida mostrou interesse no segmento de loteamento, adquirindo experiência para iniciar seus empreendimentos comerciais.

 

IBGE aponta para um número maior de empresas que fecharam no Brasil

No dia 4 de outubro de 2017, o IBGE – Instituto Nacional de Geografia e Estatística, divulgou os resultados de uma pesquisa de Demografia das Empresas do ano de 2015. Segundo os resultados desta pesquisa, o saldo de empresas (diferença entre criação e fechamento das empresas), fechou negativo, com 5 mil empresas a menos.

Ou seja, houve um número de 5 mil empresas fechadas no período da pesquisa. A pesquisa também aponta que o número de ocupações assalariadas teve uma redução de 4,5%, equivalente a 1,6 milhões de vagas de empregos formais a menos no mercado. Segundo o IBGE, a “taxa de saída das empresas” é a maneira mais correta para denominar a quantidade de empresas que fecharam as portas mediante ao total de empresas que prevalecem de portas abertas.

Seguindo este contexto, a queda registrada foi de cinco pontos percentuais quando é feita uma comparação entre os anos de 2015 e 2014, sendo que a variação nesta comparação foi de 20,7% (recorde registrado desde o início desta série em 2008), para 15,7%. Devido ao fato de haver recuo no saldo das empresas pela segunda vez consecutiva, a queda registrada ficou em 0,1% na criação de empreendedorismo no país.

Segundo esta forma de indicador, várias atividades vêm demonstrando queda no país, sendo que os setores de construção civil e de telecomunicações são os que mais demonstraram queda. Telecomunicações apresentou um recuo de 21,1% e o setor de construção civil apresentou uma redução de 19,7%.

A taxa utilizada como meio para definir o número de negócios criados mediante ao total de negócios (taxa de entrada), também apresentou redução em comparação como os anos de 2015 e 2014. Dentre as 18 seções de atividades levantadas, 12 tiveram recuo em relação ao indicado econômico. Isso vem a contribuir para a redução de 15,9% para 15,6% respectivamente de 2014 para 2015, quando nesta ocasião 708,6 mil empresas passaram a fazer parte do mercado empresarial brasileiro.

De todas as taxas registradas junto ao levantamento do IBGE, as atividades imobiliárias, de gás e eletricidade no Brasil, tiveram variações de 22,3% e 22,2% de forma respectiva.

O reajuste salário mínimo em 2018 será o menor desde 2004

O poder de compra da população tem sido ajudado com a queda da inflação, porém o reajuste do salário em 2018 será mínimo.

O valor revisado terá um reajuste de 22 reais sobre o valor atual que é de 937 reais e passará a ser 959 reais. Essa é a menor correção já registrada desde 2004, ficando abaixo do previsto que era 42 reais de reajuste.

Criada em 2011 com vigor até 2019, a fórmula do reajuste salarial considera uma soma de variações do Índice Nacional de Preços ao Consumidor do ano anterior junto ao Produto Interno Bruto de dois anos anteriores. Como o PIB em 2016 não obteve crescimento, o reajuste do ano que vem irá levar em conta apenas a taxa do Índice Nacional de 2017. Um valor bem a baixo que o do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, pois considera um peso maior os itens alimentícios que ajudaram na deflação nos meses de julho e agosto.

O reajuste menor do salário mínimo ajudará na redução de despesas com benefícios previdenciários em 6 bilhões.

Porém para o especialista em contas públicas, Raul Veloso, essa correção baseada apenas na inflação não deverá ajudar na expansão do PIB, por não estimular o consumo. Raul acha que o reajuste não colaborará na atividade econômica por não haver aumento real. Porém como ainda vai haver ajuste pela inflação, o governo continuará com as suas despesas aumentando e a arrecadação diminuirá a um ritmo de crescimento menor que consequentemente fará o governo gastar menos.

O piso salarial menor não será suficiente no alívio do problema fiscal, e o aumento devido à baixa inflação implicará 6 bilhões a mais em despesas com a Previdência, sendo maior que a correção do INPC.

O economista e ex-diretor do Banco Central, Carlos Eduardo de Freitas, acha que qualquer reajuste do salário mínimo nesse tipo de circunstância de crise fiscal irá aumentar as despesas e a regra atual irá prejudicar as contas públicas. Ele acredita que os próximos governos precisarão propor uma lei de correção nova sobre o salário mínimo, usando a variação do PIB por pessoa dos dois anos anteriores.

Desde 2002 a valorização do salário mínimo acumulada foi de 520%, um valor duas vezes maior que o IPCA até setembro de 2017 que é de 206%