Quinta edição da Black Friday aqui no Brasil registra aumento de reclamações

No dia 24 de novembro de 2017, a maioria das lojas físicas e virtuais, junto a diversas marcas de produtos e serviços, promoveram a quinta edição do dia de ofertas da Black Friday aqui no Brasil. Em relação a esse dia, também houve um aumento no número de reclamações feitas no site do Reclame Aqui, que registrou 3.503 reclamações de consumidores devido a ofertas duvidosas.

O número de reclamações devido a propaganda enganosa cresceu 17% este ano ao ser comparado com a edição de 2016. Em outras edições da Black Friday no Brasil já havia sido registrado queixas sobre a veracidade das ofertas e dos produtos oferecidos neste dias. Mas essas reclamações tinham sofrido redução a partir de 2014 de acordo com dados do site Reclame Aqui.

O site fez um levantamento das queixas realizadas por consumidores de todo o país entre 18h do dia 23 de novembro e 23h59 do dia 24 de novembro deste ano. O motivo que mais levaram os consumidores a fazer reclamações no site foram as propagandas enganosas, com 13,5% das reclamações durante este período de levantamento. Em segundo lugar vem as reclamações por problemas na finalização da compra, com 9,6% e em terceiro lugar, as divergências de valores observadas por estes consumidores responderam a 8,8% das reclamações visualizadas no site.

Segundo dados do site, as vendas realizadas neste dia representam um aumento em comparação com outras promoções realizadas durante o ano, mas ainda assim, houve uma queda em referência a outras edições da Black Friday, devido ao descrédito que os consumidores têm sentido em relação a seriedade da realização destas promoções aqui no Brasil.

“Sem os descontos surpreendentes que permitiriam comprar produtos cobiçados, a Black Friday apresentou baixas modestas, bem diferente do sonho americano que a inspirou. Mas já sem grandes expectativas, o consumidor voltou a comprar após dois anos do auge da crise, aproveitando para realizar compras planejadas e antecipar os presentes de Natal – só resta saber se os presentes chegarão a tempo da ceia, daqui a um mês”, explica o site.

As lojas que mais receberam reclamações no período de realização da Black Friday aqui no Brasil foram: Magazine Luiza, com 263 reclamações; Lojas Americanas, com 245 reclamações e a loja KaBum, com 173 reclamações. As Casas Bahia e o site Submarino aparecem logo em seguida com 126 e 124 reclamações respectivamente.

 

ACSP confirma pagamento de R$ 1,8 trilhão em impostos antes da data prevista

A ACSP – “Associação Comercial de São Paulo”, informou que os cidadãos brasileiros chegaram a pagar R$ 1,8 trilhão de impostos neste ano. A divulgação ocorreu por volta das 17h do dia 2 de novembro, momento em que a associação registrou o volume de dinheiro pago em impostos. Segundo a associação, o montante de impostos pagos registrado neste ano foi atingido 26 dias antes do ocorrido no ano passado. O que mostra um crescimento surpreendente na quantidade de arrecadação tributária deste ano.

O valor atingido no dia da divulgação de R$ 1,8 trilhão é equivalente a todos os impostos pagos pelos brasileiros, além de taxas e outras contribuições realizadas no país desde o dia 1º de janeiro deste ano. O dinheiro arrecadado pela tributação é destinado aos cofres públicos da União, dos estados e dos municípios do país.

O presidente da ACSP, Alencar Burti, que também faz parte da Facesp – “Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo”, disse que os valores registrados na arrecadação tributária já estão acima da inflação. Segundo ele, com o cálculo de todos os gastos é possível afirmar que somente agora o ajuste fiscal começa a ser feito de verdade.

Segundo a associação, as expectativas são de que o Impostômetro irá atingir a marca de R$ 2,172 trilhões pagos pelos brasileiros em impostos até o final do ano. Se o valor se concretizar, a arrecadação tributária para este ano será maior que a registrada nos últimos anos.

Os valores pagos pelos brasileiros em impostos podem ser visualizados em tempo real pelo Impostômetro, um painel eletrônico que fica sediado na Rua Boa Vista, no centro da capital paulista.

Além disso, os brasileiros podem acompanhar os valores através da internet pela página oficial: www.impostometro.com.br. A ferramenta que foi criada através da parceria do IBPT – “Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário”, mostra os valores que os estados, os municípios e o país de um modo geral arrecadou em impostos e também estimas o que os governos poderão fazer com o dinheiro arrecadado.

 

Novo corte na taxa Selic tornou-se bom e ruim para alguns investimentos

Um novo corte na taxa básica de juros, a Selic, foi anunciado pelo Copom – Comitê de Política Monetária, que reduziu a Selic para 7,5% ao ano no dia 25 de outubro de 2017. Essa redução segue conforme estava previsto pelo governo, que passou a realizar constantes cortes consecutivos na taxa de juros para conseguir controlar a inflação no país.

As consequências disso em relação a alguns investimentos tende a ser bom e ruim. No caso das cadernetas de poupanças, o retrospecto foi ruim, pois sempre que a Selic estiver abaixo do 8,5% a.a, os rendimentos da poupança são severamente afetados. Mas, em contrapartida a isso, outros investimentos tendem a renderem de forma a chamar a atenção. Assim são os investimentos em renda fixa, que seguem taxas pré-fixadas. Após vários cortes nas taxas de juros básica, não é mais novidade para ninguém esse 9º corte na taxa de juros realizado no dia 25 de outubro deste ano.

No começo dessa onda de cortes na taxa de juros básica em outubro de 2016, os investimentos realizados em renda fixa eram de fato rentáveis em termos de rendimentos, porém, os cortes continuaram seguindo em frente, e alguns investimentos já não são mais rentáveis mesmo se tratando de renda fixa. Então, qual seria um bom investimento para se fazer neste momento em que a Selic está em 7,5% ao ano?

A compra e venda de ações sem dúvidas é uma ótima opção neste momento de juros baixos para o país, que também se torna um bom investimento levando em conta outros índices econômicos importantes. O retrospecto disso pode ser observado no maior número de negócios registrados na Bovespa. O Ibovespa – índice que mede a quantidade de volume negociados na Bovespa – tem demonstrado crescimento em 2017.

As debêntures nunca perderam o seu ótimo patamar de bom investimento para se fazer, mesmo o país tendo passado por um longo período de crise econômica em três anos consecutivos. O que permite as debêntures serem boas opções de investimentos, é o fato de que o atual cenário de baixa inflação, juros baixos e bons índices econômicos, favorecem os investimentos realizados pelas empresas. Como as debêntures são alternativas de capital para as empresas e com um cenário de mais certezas do que incertezas, esse seria um momento bom para esse tipo de investimentos.

O Fundo multimercado também é bom para investimentos neste momento. Também é um excelente tipo de investimento voltado para investidores de perfil conservador, levando em conta que um gestor profissional irá cuidar de seus investimentos diretamente.

 

Executivo sucessor de Luiz Carlos Trabuco Cappi possivelmente será do próprio Bradesco

As sucessões dentro do Bradesco têm originado algumas especulações acerca do perfil do novo presidente que a instituição terá. Conforme Luiz Carlos Trabuco Cappi, que atualmente tem entre suas responsabilidades as presidências do conselho administrativo e da própria organização, há grande probabilidade de que o novo líder seja alguém que já atue na corporação. Com base em um calendário de sucessões elaborada pela administração do banco, há a informação de que se trata de um processo que estenderá até o ano de 2018, já que haverá uma assembleia destinada a eleger o conselho administrativo da empresa.

Luiz Carlos Trabuco Cappi destaca que, embora haja a estimativa de que o nome do novo presidente seja publicamente conhecido após a ocorrência da assembleia, a escolha talvez seja feita antes mesmo da reunião. Ele, contudo, permanecerá na presidência até 2019. Até o momento, o executivo esclarece que o nome de seu sucessor ainda não é conhecido dentro da instituição e descreveu as sucessões como um processo próprio da política de administração estabelecida pelo Bradesco.

O executivo reiterou, em uma entrevista publicada pelo Estadão, que a empresa possui um forte legado em relação ao trabalho que realiza, sobretudo no que se refere à intensa formação conferida aos executivos da instituição. Luiz Carlos Trabuco Cappi salientou a abrangência internacional que organização alcançou nos últimos anos e descreveu a estrutura do banco como de grande complexidade, algo que refletirá diretamente na momento de se escolher o presidente que dará continuidade ao que já foi conseguido pelos colaboradores anteriores.

Apesar da instituição não ter revelado o nome de quem ocupará o posto da presidência, há rumores de que um dos executivos seja forte candidato ao cargo. Trata-se de Maurício Minas, executivo do grupo que já atuou na área de tecnologia do Bradesco. O profissional teria sido responsável por uma verdadeira revolução ao implementar medidas tecnológicas dentro da companhia. Além disso, ele é apontado como causador de integração após a compra de uma empresa concorrente e do desenvolvimento ocasionado no departamento que cuida da versão digital do banco.

Mesmo considerado pelo mercado como o mais indicado ao cargo, o banco possivelmente contará com o interesse de outros executivos da companhia. Em relação aos outros possíveis colaboradores a atuarem na presidência, a instituição possui um extenso leque de opções. Até mesmo alguns membros da empresa que passaram a integrar o corpo executivo recentemente não estão descartados da possibilidade de serem considerados no momento da escolha, levando-se em conta que os mais experientes possuem teoricamente mais chances de sucesso no processo sucessório de Luiz Carlos Trabuco Cappi.

A sucessão do executivo de seu cargo na presidência se dará em razão de Lázaro de Mello Brandão ter anunciado sua intenção de deixar o posto de presidente do conselho de administração da empresa. Em face desse acontecimento, o corpo de gestores da instituição achou mais conveniente que Luiz Carlos Trabuco Cappi passasse a ocupar temporariamente tanto a função que já exercia desde 2009 como as atividades que eram de responsabilidade de Brandão até que responda somente pelas incumbências do colega.

 

Informalidade responde pela alta no número de empregos criados em 2017

No fechamento do terceiro trimestre de 2017, o número registrado de pessoas ocupadas foi de 91,3 milhões em todo país. Deste número, 22,9 milhões de pessoas trabalhavam por conta própria até o encerramento do terceiro trimestre deste ano. O número de 10,9 milhões de pessoas que trabalhavam sem registro em carteira no setor privado até o fechamento do terceiro trimestre deste ano, também foi levantado pela pesquisa.

O crescimento do número de trabalhadores por conta própria e dos trabalhadores sem registro em carteira no setor privado, representam um crescimento respectivo de 1,8% e 2,7% no fechamento do terceiro trimestre deste ano.

Os dados foram levantados através da pesquisa do PNADC – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A pesquisa apresentou uma queda na taxa de desocupação de 0,6 ponto percentual equivalente a 12,4% no fechamento do terceiro trimestre. Nesse período de avaliação o rendimento médio real foi de R$ 2,1 mil.

Quando é realizada uma comparação entre o mês de outubro deste ano com o mesmo período em 2016, o aumento no número de trabalhadores por conta própria é de 1,1 milhão e de trabalhadores sem registro em carteira é de 641 mil. Claramente isso aponta para o grau de crescimento da informalidade no país.

De acordo com Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, a redução do emprego formal no mercado de trabalho brasileiro é principalmente negativado pelo fato do crescente número de empregos informais em todo o país nos últimos três anos.

“Na comparação com o mesmo período de 2014, o Brasil perdeu 3,4 milhões de empregos com carteira de trabalho assinada”, enfatiza Azeredo.

Esses números também são expressamente revelados na categoria alojamento e alimentação, que está diretamente relacionado com pessoas que cozinham em casa para poder vender fora informalmente. Essa categoria demonstrou um aumento de 3,4% em comparação com o fechamento do segundo trimestre deste ano. Isso equivale a 175 mil pessoas praticando o mercado informal assiduamente somente neste segmento.

Segundo Azeredo, a relação de aumento na ocupação é proporcional ao aumento da renda no país de 3,9% em comparação com o mesmo período de 2016. “É importante ressaltar essa informação, pois pode haver aumento do emprego e aumento da renda”, explica.

 

Felipe Montoro Jens reporta como os cariocas poderão contar com uma importante Parceria Público-Privada (PPP)

Para que as demandas educacionais do Rio de Janeiro sejam melhor atendidas, a prefeitura da cidade tem a intenção de estabelecer uma Parceria Público-Privada (PPP). A atual gestão municipal quer beneficiar as crianças matriculadas na rede de ensino público. Isso se daria por meio de uma parceria com o setor privado, que ficaria responsável pela construção, operação e manutenção de novas escolas. Felipe Montoro Jens, Especialista em Projetos de Infraestrutura, informa que as creches também seriam abrangidas por essa iniciativa, com a ampliação do número de alunos.

Conforme o estabelecido pela prefeitura da capital fluminense, Felipe Montoro Jens destaca que a parcela da população abrangida pela ação poderia estender-se até as crianças que encontram-se em fase pré-escolar. Para que a iniciativa torne-se possível, as autoridades municipais uniram-se ao Banco Mundial, com o apoio do Internacional Finance Corporation (IFC), que possui grande experiência em auxiliar planejamentos dessa natureza em escala mundial. No país, por exemplo, Minas Gerais já contou com os serviços da instituição durante o ano de 2012.

Embora os convênios públicos com empresas da iniciativa privada tenham se firmado com maior frequência nos últimos anos, o estudo para que pudessem ocorrer não é recente. Com base em informações da prefeitura da cidade, Felipe Montoro Jens salienta que os planos para a implantação de ações desse tipo são antigos. A administração municipal aguarda apenas a finalização dos estudos de viabilização da parceria para que comece a colocar em prática a forma de trabalho compartilhada.

A atuação do IFC é também destaque em nações consideradas desenvolvidas, prestando serviços que culminaram em expansões de serviços públicos nesses países.

Conforme o que esclarece a página institucional da instituição, o IFC existe para que sua clientela tenha o suporte necessário para contornar os diferentes desafios e superar suas limitações de recursos. Além disso, dentre as informações presentes no site, a instituição faz questão de salientar que a experiência de seus colaboradores é um fator imprescindível e diferencial para o sucesso de suas ações.

Com a atenção voltada para as realizações prévias do IFC, a gestão da cidade do Rio de Janeiro contratou a instituição para auxiliar na elaboração dos estudos necessários para ampliação e melhoria do setor de iluminação pública do município. O convênio entre as entidades custou aos cofres públicos aproximadamente de R$ 2,0 milhões e prevê inicialmente um levantamento acerca da viabilidade do projeto para a participação da iniciativa privada de modo a sanar os problemas dessa área, pontua Felipe Montoro Jens.

A Lei 11.079/04 foi o ponto de partida para que o país pudesse contar com as Parcerias Público-Privadas, algo que tem ocorrido tanto nos âmbitos municipal, estadual e, em menor escala, no âmbito federal. Felipe Montoro Jens destaca que a legislação estabelece as regras para o funcionamento das PPPs, como por exemplo, a necessidade de haver um claro detalhamento acerca do que cada parte envolvida (público e privado) deverá realizar durante a vigência do contrato.

 

Crescimento econômico da Alemanha é mantido pela indústria, diz banco central

Um relatório mensal realizado pelo banco central da Alemanha informou que o crescimento do país deverá se manter em um alto nível nos novos dados que deverão ser divulgados em relação ao terceiro trimestre deste ano. Segundo o relatório, a maior economia da Europa ainda é impulsionada pelo setor de encomendas industriais, considerado excepcional para o país. Mesmo os índices apontando para uma queda no consumo privado do país e para uma estabilização por parte da construção, o banco central da Alemanha acredita que o nível elevado de crescimento será mantido.

Em resposta ao relatório, o banco central da Alemanha informou: “A indústria, sustentada pela forte demanda por exportação, deve manter seu papel como pilar principal da economia forte”. O banco ainda completou dizendo: “A situação das encomendas industriais é excelente.”

Com a menor taxa de desemprego de toda a zona do euro, a Alemanha se destaca por ser uma das maiores economias mundiais e a maior da Europa. O seu avanço econômico para este ano foi acima do esperado por muitos economistas, sendo o grande pilar que sustenta toda a confiança por de trás do euro e do Banco Central Europeu.

O relatório elaborado pelo banco central da Alemanha destacou que a produção de automóveis no país superou todo o momento difícil vivido no terceiro trimestre. Segundo o banco, as encomendas externas que partiram para fora da zona do euro foram excelentes para o terceiro trimestre deste ano.

Contudo, o banco informou no relatório que o setor de construção não teve grande impacto na contribuição para a expansão econômica do país. O nível de produção para o setor de construção se manteve alto e as vendas no varejo registram queda. Sendo assim, o consumo local para o setor de construção teve uma enfraquecida no país neste último trimestre, conta o Bundesbank – o banco central da Alemanha.

Em nota o banco disse: “Contra o pano de fundo da boa confiança do consumidor, do mercado de trabalho e das perspectivas de renda favoráveis, não se espera uma deterioração duradoura no consumo”.

Em vista disso, o Bundesbank considerou que o crescimento econômico da Alemanha continuará estável e alto até o fechamento deste último trimestre.

 

Conforme o planejado, BNDES transfere R$ 50 bilhões ao Tesouro Nacional em 2017

Uma transferência de R$ 17 bilhões foi realizada para o Tesouro Nacional. O valor transferido do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – para o Tesouro Nacional, foi divulgado no dia 26 de outubro de 2017 e autorizado pelo atual presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveiras e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

“A liquidação antecipada poderá ocorrer parcial ou totalmente sob a forma de títulos públicos. Independentemente da forma de pagamento, a Dívida Bruta do Governo Geral – DBGG será reduzida no exato montante liquidado pelo BNDES”, afirma o presidente da instituição.

O valor de R$ 33 bilhões já havia sido devolvido ao Tesouro Nacional em 2017, faltando R$ 17 bilhões para completar o planejamento de pagar R$ 50 bilhões da dívida este ano. O valor de R$ 17 bilhões liberados em outubro deste ano antecipa a parcela da dívida com a União.

“Esta antecipação não afeta a estrutura patrimonial do BNDES, nem sua capacidade de financiar projetos que irão garantir a retomada sólida do ritmo de crescimento da atividade econômica brasileira”, disse o presidente da instituição.

A antecipação de parcelas da dívida está sendo estudado já para o ano que vem com adicionais revisados em novas projeções de pagamento. “Tal antecipação terá reflexos importantes sobre a percepção dos agentes econômicos quanto à real capacidade do país em estabilizar o seu endividamento, elevando as expectativas destes em relação à economia e trazendo benefícios para todos os envolvidos na operação. O atual cenário é desafiador, exigindo medidas adicionais ao ajuste orçamentário em curso para garantir a estabilização da dívida pública no médio prazo”, explica o presidente da instituição.

Junto ao anúncio do pagamento da parcela da dívida ao Tesouro Nacional, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também aproveitou para enfatizar a Reforma da Previdência e sua importância para o atual momento de retomada da economia do país. O ministro diz que a discussão e tramitação deste importante projeto deve ser retomada imediatamente este ano, após ter sido paralisado mediante as denúncias enfrentadas pelo presidente da República, Michel Temer, neste ano.

 

5 dicas para criar uma loja virtual

Para quem deseja iniciar no empreendedorismo digital, criar uma loja virtual é uma das alternativas mais populares. O setor de comércio eletrônico apresenta boas oportunidades para quem deseja montar um negócio.

No conteúdo a seguir, trouxemos 5 dicas essenciais para todos os empreendedores que desejam criar uma loja virtual. Confira:

1. Escolha o que vender

O primeiro passo é decidir o que será vendido. A dica é procurar por produtos que possuam uma grande demanda, como eletrônicos ou moda íntima. Procure por revendedores e fornecedores do item que será vendido e negocie bons preços. Muitos empreendedores começam suas lojas importando da China.

2. Escolha a plataforma

Depois de escolher o que será vendido em sua loja virtual, chegou o momento de decidir a plataforma para criar a loja. Existem diversas opções no mercado, cada uma com preços e características distintas. Escolha a opção que couber no orçamento e a que apresentar as melhores condições de suporte.

3. Escolha um domínio

Agora chegou o momento de escolher um endereço web para a loja virtual. A dica é que o domínio seja .com.br e leve o nome da loja. Caso o empreendimento não tenha um nome, ainda, procure por algo que tenha relação com o produto que será vendido. Lembre-se que o nome da loja deverá ser fácil de ser memorizado.

4. Cadastre os produtos na plataforma

Chegou a hora de cadastrar os produtos na loja virtual. Siga as instruções fornecidas pela plataforma e lembre-se de tirar fotos com boa definição para que os clientes possam ver os detalhes dos itens que serão oferecidos. Caso tenha dúvidas, entre em contato com o suporte da plataforma para receber orientações.

5. Divulgue a loja

Com tudo pronto, agora é o momento de divulgar a sua loja e realizar as primeiras vendas. Canais como o Facebook, Google e Whatsapp são ótimos para atrair novos clientes. É importante contar com uma estratégia de divulgação para não cometer spam.

Arrecadação tributária chega a 105 bilhões em setembro

A arrecadação tributária chegou a R$ 105,595 bilhões em setembro, o que representa um aumento de 1,17% em relação a agosto e 8,66% ante ao mesmo período do ano passado. É o segundo aumento consecutivo e o melhor desempenho para o mês desde 20015.

De janeiro a setembro, o governo já arrecadação R$ 968,334 bilhões, um crescimento de 2,44% na comparação no mesmo período do ano passado. Entre os pontos para o saldo positivo estão o Refis e as desonerações.

Refis

A Refis visa o parcelamento dos débitos relativos a tributos e contribuições com diferentes órgãos. Em setembro a arrecadação da Refis somou R$ 3,401 bilhões segundo dados da Receita Federal.

Desde o início de 2017 até setembro o Refis gerou R$ 10,985 bilhões em arrecadações. Desse montante, R$ 7,038 bilhões são referentes a débitos tributários e R$ 3,947 bilhões a parcelamentos da dívida ativa.

O prazo para que os contribuintes com débitos ingressarem no programa termina no dia 31 de outubro. Ainda não foi sancionado o projeto de lei de conversão pelo presidente e por essa razão os contribuintes que já aderiram pagam conforme as regras do texto original.

Ocorre que a lei pode ser sancionada com vetos, diminuindo o número de adesões e consequentemente de arrecadações.

Números das desonerações

As desonerações em setembro chegaram a R$ 7,035 bilhões, abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando chegou a R$ 7,604 bilhões. De janeiro até setembro, as desonerações resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 63,318 bilhões. No mesmo período do ano passado esse valor ficou em R$ 68,310 bilhões.

A desoneração da folha de pagamentos, por exemplo, representou um custo de R$ 1,204 bilhão em setembro aos cofres federais. No acumulado do ano, esse montante chegou a R$ 10,864 bilhões.

No segundo trimestre, o governo chegou a apresentar a medida provisória 774 para desoneração da folha para cerca de 50 setores a partir de início de julho, porém não houve apoio e a medida nem sequer foi votada. Foi apresentada então um novo projeto de lei objetivando a reoneração da folha, contudo ainda não foi votada.