Executivo sucessor de Luiz Carlos Trabuco Cappi possivelmente será do próprio Bradesco

As sucessões dentro do Bradesco têm originado algumas especulações acerca do perfil do novo presidente que a instituição terá. Conforme Luiz Carlos Trabuco Cappi, que atualmente tem entre suas responsabilidades as presidências do conselho administrativo e da própria organização, há grande probabilidade de que o novo líder seja alguém que já atue na corporação. Com base em um calendário de sucessões elaborada pela administração do banco, há a informação de que se trata de um processo que estenderá até o ano de 2018, já que haverá uma assembleia destinada a eleger o conselho administrativo da empresa.

Luiz Carlos Trabuco Cappi destaca que, embora haja a estimativa de que o nome do novo presidente seja publicamente conhecido após a ocorrência da assembleia, a escolha talvez seja feita antes mesmo da reunião. Ele, contudo, permanecerá na presidência até 2019. Até o momento, o executivo esclarece que o nome de seu sucessor ainda não é conhecido dentro da instituição e descreveu as sucessões como um processo próprio da política de administração estabelecida pelo Bradesco.

O executivo reiterou, em uma entrevista publicada pelo Estadão, que a empresa possui um forte legado em relação ao trabalho que realiza, sobretudo no que se refere à intensa formação conferida aos executivos da instituição. Luiz Carlos Trabuco Cappi salientou a abrangência internacional que organização alcançou nos últimos anos e descreveu a estrutura do banco como de grande complexidade, algo que refletirá diretamente na momento de se escolher o presidente que dará continuidade ao que já foi conseguido pelos colaboradores anteriores.

Apesar da instituição não ter revelado o nome de quem ocupará o posto da presidência, há rumores de que um dos executivos seja forte candidato ao cargo. Trata-se de Maurício Minas, executivo do grupo que já atuou na área de tecnologia do Bradesco. O profissional teria sido responsável por uma verdadeira revolução ao implementar medidas tecnológicas dentro da companhia. Além disso, ele é apontado como causador de integração após a compra de uma empresa concorrente e do desenvolvimento ocasionado no departamento que cuida da versão digital do banco.

Mesmo considerado pelo mercado como o mais indicado ao cargo, o banco possivelmente contará com o interesse de outros executivos da companhia. Em relação aos outros possíveis colaboradores a atuarem na presidência, a instituição possui um extenso leque de opções. Até mesmo alguns membros da empresa que passaram a integrar o corpo executivo recentemente não estão descartados da possibilidade de serem considerados no momento da escolha, levando-se em conta que os mais experientes possuem teoricamente mais chances de sucesso no processo sucessório de Luiz Carlos Trabuco Cappi.

A sucessão do executivo de seu cargo na presidência se dará em razão de Lázaro de Mello Brandão ter anunciado sua intenção de deixar o posto de presidente do conselho de administração da empresa. Em face desse acontecimento, o corpo de gestores da instituição achou mais conveniente que Luiz Carlos Trabuco Cappi passasse a ocupar temporariamente tanto a função que já exercia desde 2009 como as atividades que eram de responsabilidade de Brandão até que responda somente pelas incumbências do colega.

 

Informalidade responde pela alta no número de empregos criados em 2017

No fechamento do terceiro trimestre de 2017, o número registrado de pessoas ocupadas foi de 91,3 milhões em todo país. Deste número, 22,9 milhões de pessoas trabalhavam por conta própria até o encerramento do terceiro trimestre deste ano. O número de 10,9 milhões de pessoas que trabalhavam sem registro em carteira no setor privado até o fechamento do terceiro trimestre deste ano, também foi levantado pela pesquisa.

O crescimento do número de trabalhadores por conta própria e dos trabalhadores sem registro em carteira no setor privado, representam um crescimento respectivo de 1,8% e 2,7% no fechamento do terceiro trimestre deste ano.

Os dados foram levantados através da pesquisa do PNADC – Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A pesquisa apresentou uma queda na taxa de desocupação de 0,6 ponto percentual equivalente a 12,4% no fechamento do terceiro trimestre. Nesse período de avaliação o rendimento médio real foi de R$ 2,1 mil.

Quando é realizada uma comparação entre o mês de outubro deste ano com o mesmo período em 2016, o aumento no número de trabalhadores por conta própria é de 1,1 milhão e de trabalhadores sem registro em carteira é de 641 mil. Claramente isso aponta para o grau de crescimento da informalidade no país.

De acordo com Cimar Azeredo, coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, a redução do emprego formal no mercado de trabalho brasileiro é principalmente negativado pelo fato do crescente número de empregos informais em todo o país nos últimos três anos.

“Na comparação com o mesmo período de 2014, o Brasil perdeu 3,4 milhões de empregos com carteira de trabalho assinada”, enfatiza Azeredo.

Esses números também são expressamente revelados na categoria alojamento e alimentação, que está diretamente relacionado com pessoas que cozinham em casa para poder vender fora informalmente. Essa categoria demonstrou um aumento de 3,4% em comparação com o fechamento do segundo trimestre deste ano. Isso equivale a 175 mil pessoas praticando o mercado informal assiduamente somente neste segmento.

Segundo Azeredo, a relação de aumento na ocupação é proporcional ao aumento da renda no país de 3,9% em comparação com o mesmo período de 2016. “É importante ressaltar essa informação, pois pode haver aumento do emprego e aumento da renda”, explica.

 

Felipe Montoro Jens reporta como os cariocas poderão contar com uma importante Parceria Público-Privada (PPP)

Para que as demandas educacionais do Rio de Janeiro sejam melhor atendidas, a prefeitura da cidade tem a intenção de estabelecer uma Parceria Público-Privada (PPP). A atual gestão municipal quer beneficiar as crianças matriculadas na rede de ensino público. Isso se daria por meio de uma parceria com o setor privado, que ficaria responsável pela construção, operação e manutenção de novas escolas. Felipe Montoro Jens, Especialista em Projetos de Infraestrutura, informa que as creches também seriam abrangidas por essa iniciativa, com a ampliação do número de alunos.

Conforme o estabelecido pela prefeitura da capital fluminense, Felipe Montoro Jens destaca que a parcela da população abrangida pela ação poderia estender-se até as crianças que encontram-se em fase pré-escolar. Para que a iniciativa torne-se possível, as autoridades municipais uniram-se ao Banco Mundial, com o apoio do Internacional Finance Corporation (IFC), que possui grande experiência em auxiliar planejamentos dessa natureza em escala mundial. No país, por exemplo, Minas Gerais já contou com os serviços da instituição durante o ano de 2012.

Embora os convênios públicos com empresas da iniciativa privada tenham se firmado com maior frequência nos últimos anos, o estudo para que pudessem ocorrer não é recente. Com base em informações da prefeitura da cidade, Felipe Montoro Jens salienta que os planos para a implantação de ações desse tipo são antigos. A administração municipal aguarda apenas a finalização dos estudos de viabilização da parceria para que comece a colocar em prática a forma de trabalho compartilhada.

A atuação do IFC é também destaque em nações consideradas desenvolvidas, prestando serviços que culminaram em expansões de serviços públicos nesses países.

Conforme o que esclarece a página institucional da instituição, o IFC existe para que sua clientela tenha o suporte necessário para contornar os diferentes desafios e superar suas limitações de recursos. Além disso, dentre as informações presentes no site, a instituição faz questão de salientar que a experiência de seus colaboradores é um fator imprescindível e diferencial para o sucesso de suas ações.

Com a atenção voltada para as realizações prévias do IFC, a gestão da cidade do Rio de Janeiro contratou a instituição para auxiliar na elaboração dos estudos necessários para ampliação e melhoria do setor de iluminação pública do município. O convênio entre as entidades custou aos cofres públicos aproximadamente de R$ 2,0 milhões e prevê inicialmente um levantamento acerca da viabilidade do projeto para a participação da iniciativa privada de modo a sanar os problemas dessa área, pontua Felipe Montoro Jens.

A Lei 11.079/04 foi o ponto de partida para que o país pudesse contar com as Parcerias Público-Privadas, algo que tem ocorrido tanto nos âmbitos municipal, estadual e, em menor escala, no âmbito federal. Felipe Montoro Jens destaca que a legislação estabelece as regras para o funcionamento das PPPs, como por exemplo, a necessidade de haver um claro detalhamento acerca do que cada parte envolvida (público e privado) deverá realizar durante a vigência do contrato.

 

Crescimento econômico da Alemanha é mantido pela indústria, diz banco central

Um relatório mensal realizado pelo banco central da Alemanha informou que o crescimento do país deverá se manter em um alto nível nos novos dados que deverão ser divulgados em relação ao terceiro trimestre deste ano. Segundo o relatório, a maior economia da Europa ainda é impulsionada pelo setor de encomendas industriais, considerado excepcional para o país. Mesmo os índices apontando para uma queda no consumo privado do país e para uma estabilização por parte da construção, o banco central da Alemanha acredita que o nível elevado de crescimento será mantido.

Em resposta ao relatório, o banco central da Alemanha informou: “A indústria, sustentada pela forte demanda por exportação, deve manter seu papel como pilar principal da economia forte”. O banco ainda completou dizendo: “A situação das encomendas industriais é excelente.”

Com a menor taxa de desemprego de toda a zona do euro, a Alemanha se destaca por ser uma das maiores economias mundiais e a maior da Europa. O seu avanço econômico para este ano foi acima do esperado por muitos economistas, sendo o grande pilar que sustenta toda a confiança por de trás do euro e do Banco Central Europeu.

O relatório elaborado pelo banco central da Alemanha destacou que a produção de automóveis no país superou todo o momento difícil vivido no terceiro trimestre. Segundo o banco, as encomendas externas que partiram para fora da zona do euro foram excelentes para o terceiro trimestre deste ano.

Contudo, o banco informou no relatório que o setor de construção não teve grande impacto na contribuição para a expansão econômica do país. O nível de produção para o setor de construção se manteve alto e as vendas no varejo registram queda. Sendo assim, o consumo local para o setor de construção teve uma enfraquecida no país neste último trimestre, conta o Bundesbank – o banco central da Alemanha.

Em nota o banco disse: “Contra o pano de fundo da boa confiança do consumidor, do mercado de trabalho e das perspectivas de renda favoráveis, não se espera uma deterioração duradoura no consumo”.

Em vista disso, o Bundesbank considerou que o crescimento econômico da Alemanha continuará estável e alto até o fechamento deste último trimestre.

 

Conforme o planejado, BNDES transfere R$ 50 bilhões ao Tesouro Nacional em 2017

Uma transferência de R$ 17 bilhões foi realizada para o Tesouro Nacional. O valor transferido do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – para o Tesouro Nacional, foi divulgado no dia 26 de outubro de 2017 e autorizado pelo atual presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, pelo ministro do Planejamento, Dyogo Oliveiras e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

“A liquidação antecipada poderá ocorrer parcial ou totalmente sob a forma de títulos públicos. Independentemente da forma de pagamento, a Dívida Bruta do Governo Geral – DBGG será reduzida no exato montante liquidado pelo BNDES”, afirma o presidente da instituição.

O valor de R$ 33 bilhões já havia sido devolvido ao Tesouro Nacional em 2017, faltando R$ 17 bilhões para completar o planejamento de pagar R$ 50 bilhões da dívida este ano. O valor de R$ 17 bilhões liberados em outubro deste ano antecipa a parcela da dívida com a União.

“Esta antecipação não afeta a estrutura patrimonial do BNDES, nem sua capacidade de financiar projetos que irão garantir a retomada sólida do ritmo de crescimento da atividade econômica brasileira”, disse o presidente da instituição.

A antecipação de parcelas da dívida está sendo estudado já para o ano que vem com adicionais revisados em novas projeções de pagamento. “Tal antecipação terá reflexos importantes sobre a percepção dos agentes econômicos quanto à real capacidade do país em estabilizar o seu endividamento, elevando as expectativas destes em relação à economia e trazendo benefícios para todos os envolvidos na operação. O atual cenário é desafiador, exigindo medidas adicionais ao ajuste orçamentário em curso para garantir a estabilização da dívida pública no médio prazo”, explica o presidente da instituição.

Junto ao anúncio do pagamento da parcela da dívida ao Tesouro Nacional, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também aproveitou para enfatizar a Reforma da Previdência e sua importância para o atual momento de retomada da economia do país. O ministro diz que a discussão e tramitação deste importante projeto deve ser retomada imediatamente este ano, após ter sido paralisado mediante as denúncias enfrentadas pelo presidente da República, Michel Temer, neste ano.

 

5 dicas para criar uma loja virtual

Para quem deseja iniciar no empreendedorismo digital, criar uma loja virtual é uma das alternativas mais populares. O setor de comércio eletrônico apresenta boas oportunidades para quem deseja montar um negócio.

No conteúdo a seguir, trouxemos 5 dicas essenciais para todos os empreendedores que desejam criar uma loja virtual. Confira:

1. Escolha o que vender

O primeiro passo é decidir o que será vendido. A dica é procurar por produtos que possuam uma grande demanda, como eletrônicos ou moda íntima. Procure por revendedores e fornecedores do item que será vendido e negocie bons preços. Muitos empreendedores começam suas lojas importando da China.

2. Escolha a plataforma

Depois de escolher o que será vendido em sua loja virtual, chegou o momento de decidir a plataforma para criar a loja. Existem diversas opções no mercado, cada uma com preços e características distintas. Escolha a opção que couber no orçamento e a que apresentar as melhores condições de suporte.

3. Escolha um domínio

Agora chegou o momento de escolher um endereço web para a loja virtual. A dica é que o domínio seja .com.br e leve o nome da loja. Caso o empreendimento não tenha um nome, ainda, procure por algo que tenha relação com o produto que será vendido. Lembre-se que o nome da loja deverá ser fácil de ser memorizado.

4. Cadastre os produtos na plataforma

Chegou a hora de cadastrar os produtos na loja virtual. Siga as instruções fornecidas pela plataforma e lembre-se de tirar fotos com boa definição para que os clientes possam ver os detalhes dos itens que serão oferecidos. Caso tenha dúvidas, entre em contato com o suporte da plataforma para receber orientações.

5. Divulgue a loja

Com tudo pronto, agora é o momento de divulgar a sua loja e realizar as primeiras vendas. Canais como o Facebook, Google e Whatsapp são ótimos para atrair novos clientes. É importante contar com uma estratégia de divulgação para não cometer spam.

Arrecadação tributária chega a 105 bilhões em setembro

A arrecadação tributária chegou a R$ 105,595 bilhões em setembro, o que representa um aumento de 1,17% em relação a agosto e 8,66% ante ao mesmo período do ano passado. É o segundo aumento consecutivo e o melhor desempenho para o mês desde 20015.

De janeiro a setembro, o governo já arrecadação R$ 968,334 bilhões, um crescimento de 2,44% na comparação no mesmo período do ano passado. Entre os pontos para o saldo positivo estão o Refis e as desonerações.

Refis

A Refis visa o parcelamento dos débitos relativos a tributos e contribuições com diferentes órgãos. Em setembro a arrecadação da Refis somou R$ 3,401 bilhões segundo dados da Receita Federal.

Desde o início de 2017 até setembro o Refis gerou R$ 10,985 bilhões em arrecadações. Desse montante, R$ 7,038 bilhões são referentes a débitos tributários e R$ 3,947 bilhões a parcelamentos da dívida ativa.

O prazo para que os contribuintes com débitos ingressarem no programa termina no dia 31 de outubro. Ainda não foi sancionado o projeto de lei de conversão pelo presidente e por essa razão os contribuintes que já aderiram pagam conforme as regras do texto original.

Ocorre que a lei pode ser sancionada com vetos, diminuindo o número de adesões e consequentemente de arrecadações.

Números das desonerações

As desonerações em setembro chegaram a R$ 7,035 bilhões, abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, quando chegou a R$ 7,604 bilhões. De janeiro até setembro, as desonerações resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 63,318 bilhões. No mesmo período do ano passado esse valor ficou em R$ 68,310 bilhões.

A desoneração da folha de pagamentos, por exemplo, representou um custo de R$ 1,204 bilhão em setembro aos cofres federais. No acumulado do ano, esse montante chegou a R$ 10,864 bilhões.

No segundo trimestre, o governo chegou a apresentar a medida provisória 774 para desoneração da folha para cerca de 50 setores a partir de início de julho, porém não houve apoio e a medida nem sequer foi votada. Foi apresentada então um novo projeto de lei objetivando a reoneração da folha, contudo ainda não foi votada.

 

Pesquisa revela que aumentou o percentual de pais que poupam para os filhos

Uma pesquisa feita pela Boa Vista SCPC apontou que houve um aumento no número de pais que buscam guardar dinheiro para os filhos. O número saltou de 42% registrado no ano passado para 59% neste ano. A pesquisa foi realizada com um total de 1.060 pessoas em todo território nacional.

Os dados ainda indicam que 61% dos pais que guardam dinheiro para o futuro de seus filhos escolhem a poupança como forma de investimento. Cerca de 7% investe a quantia poupada em ações, fundos e CDB, o que significa um aumento de 3 pontos percentuais se for comparado com o percentual do ano passado. Ainda sobre os investimentos, a pesquisa apontou que 8% dos pais tem dinheiro aplicado em previdência privada e mais outros 6% possuem títulos de capitalização para o futuro dos filhos.

A pesquisa observou que 85% dos consumidores entrevistados consideram a educação financeira muito importante para a vida das crianças e dos adolescentes. Dentro desse percentual, cerca de 65% dos entrevistados afirmaram conversar e explicar noções básicas de finanças como o que é o dinheiro, como se ganha e para que ele serve. Mesmo sendo algo muito importante para as crianças, a pesquisa da Boa Vista identificou que apenas 3% das crianças brasileiras aprendem noções financeiras nas escolas.

Outro percentual apontado pela pesquisa é de que 32% dos pais entrevistados alegaram incentivar os filhos a economizar a mesada ou semanada que eles recebem. Segundo os pais, o valor dado aos filhos é passado com uma carga de responsabilidade para que os pequenos aprendam a lidar com o dinheiro de forma consciente.

Em média, a pesquisa revelou que 22% dos pais entrevistados possuem o hábito de dar dinheiro aos filhos como mesada ou semanada. Contudo, cerca de 96% desses pais que dão dinheiro aos filhos utilizam a quantia com algum gasto relacionado às crianças.

Em relação ao dinheiro dado aos filhos, cerca de 4% dos pais adotaram a modalidade de cartão pré-pago ou ainda o cartão de crédito adicional. Dentro desse pequeno percentual, cerca de 56% utilizam o cartão por ser uma ferramenta prática para organizar as despesas dos filhos, e outros 44% acreditam que o cartão possa servir como aprendizado de controle para os filhos.

Escritório de Ricardo Tosto, o Leite, Tosto e Barros é citado no Chambers

O escritório de Direito Leite, Tosto e Barros mais uma vez demonstra seu profissionalismo e é mais uma vez premiado no Chambers. Trata-se de um dos mais importantes diretórios internacionais, responsável por avaliar escritórios e advogados de todo o planeta. Também informa quais os profissionais e escritórios mais expressivos em seu campo de atuação.

O escritório, que tem como sócio-fundador o advogado Ricardo Tosto, está entre os reconhecidos da edição 2018 guia Chambers Latin America. A edição já foi publicada, contudo só será lançada no Brasil no fim do ano. Os escritórios e demais interessados podem conferir a versão prévia na internet.

De acordo com a publicação, a equipe do escritório de Ricardo Tosto é reconhecida pela “atuação robusta ao assessorar regularmente os clientes dos setores de infraestrutura, energia e bancário em todos os tipos de litígios, incluindo ações de recuperação de créditos, […] questões trabalhistas, de seguros e de responsabilidade por fato do produto”.

O texto também destaca que o escritório fomenta processos arbitrais estratégicos relacionados aos setores de engenharia e construção. Além disso, os clientes acreditam que o escritório apresenta uma série de pontos fortes, entre eles o profundo conhecimento jurídico, o acompanhamento cuidadoso dos casos e o comprometimento dos processos por toda a equipe.

O Chambers Latin America destaca em seu texto algumas características do empreendimento: “eles são muito proativos e respondem aos nossos questionamentos de forma quase imediata”. O guia enfatizou as atuações primordiais do escritório de Ricardo Tosto na representação da empresa JBS em um processo ingressado pelo Banco Safra que gira em torno de US$ 16 milhões.

A publicação também citou alguns dos clientes mais expressivos do escritório, a exemplo da companhia aérea Azul, Paranapanema, a multinacional holandesa bancária Rabobank, a GM e o Banco Fibra. Além disso, destacou o advogado Paulo Guilherme de Mendonça Lopes como o principal contato dos clientes.

O empreendimento também foi citado positivamente na edição do ano passado da Latin Lawyer 250. Uma importante publicação em que são indicados os principais profissionais e escritórios de advocacia da América Latina. Nessa premiação, Ricardo Tosto foi apontado como um dos principais profissionais brasileiros na área do Contencioso.

O escritório Leite, Tosto e Barros

Com uma ótima estrutura e profissionais capacitados nas mais diferentes áreas do Direito, o escritório de advocacia Leite, Tosto e Barros apresenta mais de uma sede: Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. São mais de 300 funcionários divididos em diferentes áreas. Na jurídica, o empreendimento de Ricardo Tosto conta com um consultor, 12 associados e 27 sócios.

O consultor Paulino Brancato Neto foi escolhido para liderar uma nova equipe na área de atendimento do escritório. A nova área vai tratar de assuntos relacionados a questões envolvendo planos de saúde e a previdência, e será chamada de “Saúde e Previdência Complementar”.

O escritório de Direito Leite, Tosto e Barros apresenta uma atuação salutar, agindo em processos de diferentes áreas do Direito. São elas: Político e Eleitoral, Direitos do consumidor, Penal Empresarial, Foreign Desks: China Desk, Fusões e Aquisições, Imobiliário, Ambiental, Arbitragem, Compliance, Concorrencial, Societário, Trabalhista e Previdenciário, Administrativo, Bancário, Civil Reestruturação de Dívidas e Créditos, Comercial e Contratos, Família e Sucessões, Infraestrutura e Regulatório, e Tributário.