IBGE aponta para um número maior de empresas que fecharam no Brasil

No dia 4 de outubro de 2017, o IBGE – Instituto Nacional de Geografia e Estatística, divulgou os resultados de uma pesquisa de Demografia das Empresas do ano de 2015. Segundo os resultados desta pesquisa, o saldo de empresas (diferença entre criação e fechamento das empresas), fechou negativo, com 5 mil empresas a menos.

Ou seja, houve um número de 5 mil empresas fechadas no período da pesquisa. A pesquisa também aponta que o número de ocupações assalariadas teve uma redução de 4,5%, equivalente a 1,6 milhões de vagas de empregos formais a menos no mercado. Segundo o IBGE, a “taxa de saída das empresas” é a maneira mais correta para denominar a quantidade de empresas que fecharam as portas mediante ao total de empresas que prevalecem de portas abertas.

Seguindo este contexto, a queda registrada foi de cinco pontos percentuais quando é feita uma comparação entre os anos de 2015 e 2014, sendo que a variação nesta comparação foi de 20,7% (recorde registrado desde o início desta série em 2008), para 15,7%. Devido ao fato de haver recuo no saldo das empresas pela segunda vez consecutiva, a queda registrada ficou em 0,1% na criação de empreendedorismo no país.

Segundo esta forma de indicador, várias atividades vêm demonstrando queda no país, sendo que os setores de construção civil e de telecomunicações são os que mais demonstraram queda. Telecomunicações apresentou um recuo de 21,1% e o setor de construção civil apresentou uma redução de 19,7%.

A taxa utilizada como meio para definir o número de negócios criados mediante ao total de negócios (taxa de entrada), também apresentou redução em comparação como os anos de 2015 e 2014. Dentre as 18 seções de atividades levantadas, 12 tiveram recuo em relação ao indicado econômico. Isso vem a contribuir para a redução de 15,9% para 15,6% respectivamente de 2014 para 2015, quando nesta ocasião 708,6 mil empresas passaram a fazer parte do mercado empresarial brasileiro.

De todas as taxas registradas junto ao levantamento do IBGE, as atividades imobiliárias, de gás e eletricidade no Brasil, tiveram variações de 22,3% e 22,2% de forma respectiva.