Os financiamentos realizados pela Caixa sofrem redução para 50% no limite

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Essa alteração proposta pela Caixa Econômica Federal é referente ao programa Minha Casa Minha Vida, a quantidade disponível nos empréstimos cedidos junto a recursos na utilização do FGTS e também sobre o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, onde houve as novas mudanças no limite disponibilizado.

Esse novo limite disponível será acompanhado de mais dificuldades na hora de fazer um financiamento de um imóvel junto à Caixa, já em vigor desde o dia 25 de setembro de 2017. A Caixa irá reduzir essa forma de financiamento para a casa dos 50% referente ao valor cobrado pelo imóvel, o que difere dos 60% até 70% disponibilizados pela Caixa ao longo dos anos, em algumas modalidades de linhas de créditos na hora do contrato.

A Caixa Econômica Federal informou no dia 22 de setembro de 2017 que, esse novo limite estabelecido é referente para as futuras contratações de tais créditos. Ou seja, não infere nos contratos já realizados até então e nos contratos que estavam em processo de aprovação, nesses contratos as regras antigas ainda serão vigentes.

A maior credora para contratos imobiliários disponíveis no país, a Caixa Econômica Federal responde por mais de 70% desses contratos, e essas mudanças devem estar dentro do contexto para a nova realidade do setor imobiliário e da construção civil do momento. Segundo a Caixa, o volume de crédito está e continuará a crescer em 2017, sendo que do mês de maio ao mês de junho houve uma alta de 24% na comparação feita com os meses de fevereiro e abril de 2017. Foi um crescimento de R$ 2,4 bilhões.

O foco da Caixa Econômica Federal é a venda de imóveis novos visando essa nova realidade de crédito limitado disponibilizado pelo banco. Somente no mês de agosto de 2017 a redução foi considerável, atingindo a casa dos 80% (redução de 10%) na aquisição de imóveis novos. Para a aquisição de imóveis usados, a redução foi gradual, vindo de 90%, caindo para 70% ou 60%.

Houve mudanças já anunciadas no mês de maio de 2017, onde o banco havia suspendido o restante da linha pró-cotista do FGTS, uma linha de crédito que utiliza o FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, ao financiar imóveis de até R$ 950 mil.