Órgãos de trânsito poderão oferecer parcelamento de multas no cartão de crédito

O Contran – Conselho Nacional de Trânsito, anunciou no dia 18 de outubro que as multas de trânsito poderão ser pagas através dos cartões de crédito e débito. A resolução publicada pelo conselho diz que o infrator poderá ter a opção de utilizar cartões no pagamento de multas, e além disso, poderá optar pelo parcelamento do valor.

Contudo, a resolução também especifica que no caso do parcelamento, o infrator deverá estar ciente de que poderão ser cobrado juros relativo a administração da entidade financeira do cartão de crédito utilizado. A cobrança de juros no parcelamento será igual à que acontece quando o cartão de crédito é utilizado para parcelar pagamentos em outras lojas que não são a emissora do cartão.

Com a publicação da resolução, Contran assegura que a nova modalidade de pagamentos de multas de trânsito já está em vigor. Mas o conselho ainda afirmou que cada órgão de trânsito de cada estado e cidade, deverá se adaptar a nova modalidade adquirindo a máquina de cartões e o serviço de pagamentos. Neste último caso, a resolução diz que cada órgão de trânsito do país tem a autonomia para decidir se deve ou não se adaptar para os pagamentos com os cartões, sendo assim, não é obrigatório.

O parcelamento das multas de trânsito já acontece no país por parte de algumas prefeituras e Detrans. Através de documentos de arrecadação, o parcelamento escolhido pelo infrator tem como obrigação o pagamento do primeiro boleto emitido para a dívida assim que o infrator decide assinar o termo de adesão.

O diretor do Denatran – Departamento Nacional de Trânsito, Elmer Vicenzi, revelou que esse tipo de parcelamento era feito pelos proprietários dos veículos que buscavam regularizar o veículo imediatamente, e assim obter o licenciamento ou ainda transferir o veículo para outra pessoa. O problema é que a maioria dos proprietários pagavam as primeiras parcelas e abandonava o restante.

A nova regra permite que os órgãos de trânsito existente no país, como os Detrans, Der, Dnit, prefeituras e Polícia Rodoviária, habilitem o serviço feito pelas empresas financeiras do país a fim de oferecer a opção de cartão no pagamento das multas e ainda a quitação das multas dos proprietários dos veículos.

 

Mangabeira e Manaira Shopping – conheça os empreendimentos de Roberto Santiago

Há quase três anos era inaugurado um projeto de arquitetura impressionante na capital paraibana. O Mangabeira shopping, empreendimento do empresário Roberto Santiago, que se tornou um dos maiores centros comerciais do Nordeste e do país.

Durante a abertura, o público consumidor em potencial foi de 350 mil. Atualmente, em dias de inauguração, algumas lojas chegam a registrar um faturamento cinco vezes maior em relação a inauguração em outras partes do país. O que mostra a força do empreendimento.

Foram mais de dois anos e meio de obras até a inauguração do Mangabeira Shopping. Estimativas mostram que foram investidos quase meio bilhão de reais e mais de 3 mil empregos foram gerados de forma direta.

Nesse período surgiram dúvidas se o centro comercial atrapalharia outro centro comercial idealizado por Roberto Santiago, o Manaira Shopping, também localizado em João Pessoa-PB. De acordo com o empreendedor, na época, nem 5% dos consumidores do antigo centro migrariam para o novo.

As desconfianças ficaram para trás, uma vez que Manaira Shopping manteve um crescimento de movimento entre 10% e 15% ao ano. O empreendimento é um pouco mais tradicional e foi inaugurado em 1989, sendo considerado um dos maiores centros de compras já construídos no país. Não só pelas suas cinco expansões que passou desde que foi inaugurado, como também pelo público cativo.

E em uma dessas expansões do Manaira Shopping que Roberto Santiago construiu a Domus Hall, que viria a ser uma das principais casa de shows da capital paraibana. Com ambiente climatizado e acústica perfeita, a Domus Hall conta com uma estrutura moderna, capaz de receber atrações importantes de todo o mundo.

Localizada na cobertura do shopping, o formato da Domus Hall permite oferecer um espaço de boate gigante ou grande teatro para apresentações de arte e entretenimento. Sua capacidade é de 4 mil pessoas sentadas ou 10 mil em pé em dois andares de festa: térreo e mezanino com camarotes e camarins.

O Mangabeira Shopping

O projeto foi idealizado entre os anos de 2007 e 2009 e tinha traços urbanos e sociais. Logo ele foi capaz de modificar a estrutura da região, que antes eram formadas apenas por residências e passou a abrigar também edifícios e lojas comerciais.

Além disso, as casas e terrenos ficaram mais valorizados após a inauguração, mesmo a região sendo bastante habitada. Também estimava-se que houve uma maior evolução socioeconômica dos moradores da área. O empreendimento trouxe mais recursos e empregos.

Hoje em dia, o shopping é um dos principais fomentadores do desenvolvimento do bairro Mangabeira e da zona sul de João Pessoa.

Sobre Roberto Santiago

O empresário nasceu (em 1958) e cresceu em João Pessoa. Durante a infância frequentou o tradicional Colégio Marista Pio X e na adolescência cursou Administração de empresas no Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ).

Roberto Santiago começou sua carreira profissional cedo, no Café Santa Rosa e após adquirir experiência decidiu investir na sua própria companhia de cartonagem. Em seguida mostrou interesse no segmento de loteamento, adquirindo experiência para iniciar seus empreendimentos comerciais.

 

IBGE aponta para um número maior de empresas que fecharam no Brasil

No dia 4 de outubro de 2017, o IBGE – Instituto Nacional de Geografia e Estatística, divulgou os resultados de uma pesquisa de Demografia das Empresas do ano de 2015. Segundo os resultados desta pesquisa, o saldo de empresas (diferença entre criação e fechamento das empresas), fechou negativo, com 5 mil empresas a menos.

Ou seja, houve um número de 5 mil empresas fechadas no período da pesquisa. A pesquisa também aponta que o número de ocupações assalariadas teve uma redução de 4,5%, equivalente a 1,6 milhões de vagas de empregos formais a menos no mercado. Segundo o IBGE, a “taxa de saída das empresas” é a maneira mais correta para denominar a quantidade de empresas que fecharam as portas mediante ao total de empresas que prevalecem de portas abertas.

Seguindo este contexto, a queda registrada foi de cinco pontos percentuais quando é feita uma comparação entre os anos de 2015 e 2014, sendo que a variação nesta comparação foi de 20,7% (recorde registrado desde o início desta série em 2008), para 15,7%. Devido ao fato de haver recuo no saldo das empresas pela segunda vez consecutiva, a queda registrada ficou em 0,1% na criação de empreendedorismo no país.

Segundo esta forma de indicador, várias atividades vêm demonstrando queda no país, sendo que os setores de construção civil e de telecomunicações são os que mais demonstraram queda. Telecomunicações apresentou um recuo de 21,1% e o setor de construção civil apresentou uma redução de 19,7%.

A taxa utilizada como meio para definir o número de negócios criados mediante ao total de negócios (taxa de entrada), também apresentou redução em comparação como os anos de 2015 e 2014. Dentre as 18 seções de atividades levantadas, 12 tiveram recuo em relação ao indicado econômico. Isso vem a contribuir para a redução de 15,9% para 15,6% respectivamente de 2014 para 2015, quando nesta ocasião 708,6 mil empresas passaram a fazer parte do mercado empresarial brasileiro.

De todas as taxas registradas junto ao levantamento do IBGE, as atividades imobiliárias, de gás e eletricidade no Brasil, tiveram variações de 22,3% e 22,2% de forma respectiva.

O reajuste salário mínimo em 2018 será o menor desde 2004

O poder de compra da população tem sido ajudado com a queda da inflação, porém o reajuste do salário em 2018 será mínimo.

O valor revisado terá um reajuste de 22 reais sobre o valor atual que é de 937 reais e passará a ser 959 reais. Essa é a menor correção já registrada desde 2004, ficando abaixo do previsto que era 42 reais de reajuste.

Criada em 2011 com vigor até 2019, a fórmula do reajuste salarial considera uma soma de variações do Índice Nacional de Preços ao Consumidor do ano anterior junto ao Produto Interno Bruto de dois anos anteriores. Como o PIB em 2016 não obteve crescimento, o reajuste do ano que vem irá levar em conta apenas a taxa do Índice Nacional de 2017. Um valor bem a baixo que o do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, pois considera um peso maior os itens alimentícios que ajudaram na deflação nos meses de julho e agosto.

O reajuste menor do salário mínimo ajudará na redução de despesas com benefícios previdenciários em 6 bilhões.

Porém para o especialista em contas públicas, Raul Veloso, essa correção baseada apenas na inflação não deverá ajudar na expansão do PIB, por não estimular o consumo. Raul acha que o reajuste não colaborará na atividade econômica por não haver aumento real. Porém como ainda vai haver ajuste pela inflação, o governo continuará com as suas despesas aumentando e a arrecadação diminuirá a um ritmo de crescimento menor que consequentemente fará o governo gastar menos.

O piso salarial menor não será suficiente no alívio do problema fiscal, e o aumento devido à baixa inflação implicará 6 bilhões a mais em despesas com a Previdência, sendo maior que a correção do INPC.

O economista e ex-diretor do Banco Central, Carlos Eduardo de Freitas, acha que qualquer reajuste do salário mínimo nesse tipo de circunstância de crise fiscal irá aumentar as despesas e a regra atual irá prejudicar as contas públicas. Ele acredita que os próximos governos precisarão propor uma lei de correção nova sobre o salário mínimo, usando a variação do PIB por pessoa dos dois anos anteriores.

Desde 2002 a valorização do salário mínimo acumulada foi de 520%, um valor duas vezes maior que o IPCA até setembro de 2017 que é de 206%

 

Os financiamentos realizados pela Caixa sofrem redução para 50% no limite

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Essa alteração proposta pela Caixa Econômica Federal é referente ao programa Minha Casa Minha Vida, a quantidade disponível nos empréstimos cedidos junto a recursos na utilização do FGTS e também sobre o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, onde houve as novas mudanças no limite disponibilizado.

Esse novo limite disponível será acompanhado de mais dificuldades na hora de fazer um financiamento de um imóvel junto à Caixa, já em vigor desde o dia 25 de setembro de 2017. A Caixa irá reduzir essa forma de financiamento para a casa dos 50% referente ao valor cobrado pelo imóvel, o que difere dos 60% até 70% disponibilizados pela Caixa ao longo dos anos, em algumas modalidades de linhas de créditos na hora do contrato.

A Caixa Econômica Federal informou no dia 22 de setembro de 2017 que, esse novo limite estabelecido é referente para as futuras contratações de tais créditos. Ou seja, não infere nos contratos já realizados até então e nos contratos que estavam em processo de aprovação, nesses contratos as regras antigas ainda serão vigentes.

A maior credora para contratos imobiliários disponíveis no país, a Caixa Econômica Federal responde por mais de 70% desses contratos, e essas mudanças devem estar dentro do contexto para a nova realidade do setor imobiliário e da construção civil do momento. Segundo a Caixa, o volume de crédito está e continuará a crescer em 2017, sendo que do mês de maio ao mês de junho houve uma alta de 24% na comparação feita com os meses de fevereiro e abril de 2017. Foi um crescimento de R$ 2,4 bilhões.

O foco da Caixa Econômica Federal é a venda de imóveis novos visando essa nova realidade de crédito limitado disponibilizado pelo banco. Somente no mês de agosto de 2017 a redução foi considerável, atingindo a casa dos 80% (redução de 10%) na aquisição de imóveis novos. Para a aquisição de imóveis usados, a redução foi gradual, vindo de 90%, caindo para 70% ou 60%.

Houve mudanças já anunciadas no mês de maio de 2017, onde o banco havia suspendido o restante da linha pró-cotista do FGTS, uma linha de crédito que utiliza o FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, ao financiar imóveis de até R$ 950 mil.

O PNBE não entregará livros de literatura até 2019 para bibliotecas escolares

O MEC – Ministério da Educação, fez sua última entrega de livros de literatura para as bibliotecas das escolas públicas no ano de 2014. Segundo o governo federal, serão pelo menos quatro anos até que as bibliotecas possam receber novos livros. O programa que garante a compra e a entrega dos livros nas bibliotecas das escolas públicas deixou de ser executado desde 2014, pois o governo decidiu que pararia as entregas e só voltaria a comprar novos livros a partir do ano de 2019.

No período de 2000, quando começaram as entregas dos livros, até 2014, quando o governo paralisou a distribuição, foram um total de quase 230 milhões de livros entregues as bibliotecas das escolas públicas de todo o Brasil. O custo médio para cada livro foi de R$ 3,80.

O PNBE – Programa Nacional Biblioteca da Escola, foi o responsável por comprar e entregar os livros para a rede pública de ensino no Brasil. Neste período de 14 anos, o programa chegou a investir um total de R$ 891 milhões para comprar novos livros. Por ano, a média de investimento chegou a R$ 68,5 milhões para renovar os acervos das bibliotecas que correspondem aos ensinos básicos, sendo eles o infantil, o fundamental e o médio das escolas públicas.

No entanto, o MEC revelou que há uma tramitação em andamento desde julho deste ano para a eliminação do PNBE que tinha sido apenas descontinuado. Mas uma alternativa para que o PNBE não seja extinto também está em andamento. A decisão deverá ocorrer até o ano de 2019, o prazo que o governo estabeleceu para que os livros voltem para as prateleiras das bibliotecas.

Contudo, a primeira alternativa elaborada para substituir o atual PNBE é o decreto nº 9099, feito em 18 de julho de 2017. Nesta medida o governo incorporou ao PNLD – Programa Nacional do Livro Didático, de uma forma obrigatória a “avaliação e disponibilização de obras literárias, além de acervos para bibliotecas, incluindo ações de qualificação de materiais para aquisição descentralizada pelos entes federativos”.

O edital que ainda está sendo elaborado pela SEB – Secretaria de Educação Básica, não foi acessado pelo MEC. Por isso, o órgão ainda não informou quantos livros de literatura serão enviados pelo novo PNLD ou qual será o orçamento para que isso aconteça. Outra questão que não foi divulgada pelo MEC é se o orçamento específico para a literatura será mantido ou se ainda os estados deverão arcar com a compra dos livros, tornando a “aquisição descentralizada”.

Governo lançará programa de incentivo para a saída do Bolsa Família

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Um novo programa social será lançado pelo governo federal para que famílias se incentivem a deixar o programa Bolsa Família. Segundo informações do governo, o programa tem o intuito de incentivar a saída dos beneficiários fazendo com que a renda de um total de 1 milhão de famílias seja elevada em 2 anos. O responsável por adiantar essa informação do governo foi o ministro Osmar Terra do Ministério do Desenvolvimento Social.

O programa foi batizado de Progredir e será realizado a partir do incentivo a qualificação profissional dos beneficiários do Bolsa Família. O novo programa irá oferecer cursos para que os beneficiários possam se qualificar em diversas áreas de trabalho ampliando as suas oportunidades de emprego. Além disso, o governo ainda irá disponibilizar um sistema de microcrédito para as famílias que possuem baixa renda com um total de R$ 3 bilhões em verbas disponíveis. As famílias que estiverem cadastradas no Cadastro Único, sistema de programas sociais elaborado pelo governo federal, poderão contar com o microcrédito.

“É um programa vinculado ao público do Bolsa Família, a população mais pobre do Brasil, que visa criar oportunidade de emprego e renda para essa população. Não é um programa para tirar as pessoas do Bolsa Família”, revelou Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento Social.

Mesmo o ministro alegando que o programa não deverá necessariamente eliminar os beneficiários do programa Bolsa Família, o Progredir servirá como uma “forma de emancipação” dos benefícios cedidos às famílias de baixa renda. O ministro disse: “Ninguém pode passar fome, mas o Bolsa não deve ser um projeto de vida”.

Após uma reunião com o presidente Michel Temer, o projeto foi definido para atender jovens e adultos que moram nas zonas urbanas e rurais do país. O governo estima que um total de 13,4 milhões de famílias beneficiárias do Bolsa Família possam ser atendidas pelo novo programa Progredir. Atualmente existem mais de 28,2 milhões de famílias cadastradas no Cadastro Único, que corresponde aos beneficiários do programa Bolsa Família.

Além da coordenação e administração do Ministério do Desenvolvimento Social – MDS, o programa Progredir contará com algumas colaborações de outras pastas específicas, como o Ministério do Trabalho, da Educação, da Ciência e Tecnologia, e do Comércio Exterior e Serviços.

 

Governo lança simulação em site para a compra de Tesouro Direto

 

O Tesouro Direto é uma forma de investimento a médio e longo prazo e pode ser investido por qualquer pessoa. A novidade é que agora as pessoas poderão simular os resultados da operação em busca da rentabilidade que o investimento dispõe. Os valores líquido e bruto mais as taxas de administração e os impostos inclusos, poderão ser bem analisados antes de realmente ser feito o investimento.

Muitas pessoas constantemente ouvem falar do Tesouro Direto, mas não procuram saber mais informações de como funciona e como investir. No dia 21 de setembro de 2017, o Tesouro Direto passou a ser simulado através do site do Tesouro Nacional. Para as pessoas que ainda não conhecem essa forma de investimento, essa é uma oportunidade ótima de procurar saber mais. Entender como o investimento funciona, quais são as suas formas mais rentáveis, as de médio e longo prazo. Quanto custa fazer um investimento mínimo, quais são as taxas e permanências que serão cobradas, todas as dúvidas poderão ser esclarecidas.

O Tesouro Direto é uma forma de investimento onde as pessoas compram títulos do Tesouro Nacional como uma forma de participar diretamente em investimentos do Ministério da Fazenda, e isso reflete diretamente na economia do Brasil. No site do Tesouro Nacional, as pessoas também poderão se inscreverem no curso do Tesouro Direto. Desde o dia 8 de setembro de 2017, estão sendo oferecidas 8 mil vagas para os interessados que desejarem aprender mais sobre investimento diretamente com economistas do governo.

O site trabalha com uma forma de algoritmo que busca visar várias formas de perfis de investidores, desde os mais ousados até os mais conservadores. Desta forma a política de recrutamento de investidores é dinâmica e objetiva para cada um prover da melhor forma de investimento disponível.

Após a pessoa ter passado pelo processo de perguntas do site e ter conhecido a melhor sugestão para o seu perfil, serão realizadas duas formas de simulação: quanto a pessoa poderá receber no término de um período de aportes pré-fixados e a quantia que ela terá que disponibilizar para essa empreitada. No fim de todo esse processo o investidor já saberá a estratégia que melhor se encaixa em seu perfil.

Essa novidade veio em meio a uma campanha lançada pelo Ministério da Fazenda chamada de “Transformação pelo conhecimento”, junto a Secretaria do Tesouro Nacional. O objetivo e capacitar o máximo de pessoas possível para que elas conheçam as formas de investimentos que estão disponíveis atualmente, como poupança, LCI/LCA, CDB, Fundo DI, entre outros, e possam somar para elas e para a economia do país.