Ministério do Planejamento anuncia que servidores públicos poderão aderir ao PDV

Um novo anúncio feito pelo Ministério do Planejamento incentiva os servidores da administração pública federal direta a aderirem ao PDV – Plano de Demissões Voluntárias. O incentivo realizado pelo Ministério começou a valer a partir do dia 13 de setembro, e tem como objetivo cortar gastos com o funcionalismo de cargos públicos. Embora o plano tenha sido lançado para que as demissões aconteçam de forma voluntária, o próprio Ministério avalia que o incentivo não deverá ter um resultado expressivo na quantidade de demissões.

O Ministério do Planejamento anunciou que as demissões voluntárias poderão ocorrer até o final deste ano, sendo que os desligamentos dos respectivos postos de trabalho ocorreram no ano seguinte, em 2018. No incentivo de demissão voluntária, o governo declarou que o servidor público que optar por aderir ao plano poderá receber uma indenização no valor de 1,25 vezes o total de sua remuneração mensal referente a cada ano de serviço. Além disso, o servidor ainda receberá todos os valores assegurados conforme seus direitos, como o valor de férias e a gratificação natalina.

No entanto, o Ministério do Planejamento também informou que algumas categorias de serviço público terão limitações no Plano de Demissões Voluntárias, sendo assim, alguns servidores públicos não estarão dentro do quadro de incentivo.

O governo espera economizar um total de R$ 1 bilhão todos os anos com o Plano de Demissão Voluntária e com cortes realizados em outras medidas já anunciadas em relação aos servidores públicos, como é o caso da licença incentivada sem remuneração e a jornada de trabalho reduzida.

Embora o governo não tenha grandes expectativas de servidores adeptos ao plano de incentivo, é esperado que um total de cinco mil servidores, o que significa 1% do total de trabalhadores em cargos públicos federais, sejam demitidos pelo plano.

Já no caso da jornada de trabalho reduzida, uma das medidas adotadas pelo governo para cortar gastos, o servidor público poderá voluntariamente reduzir a sua carga horária que corresponde de 8h diárias (um total de 40h por semana), para um número de 6h ou 4h diárias de trabalho (30h ou 20h por semana, respectivamente). Com a redução do total de horas trabalhadas, a remuneração para tal será equivalente ao total trabalhado.

Para que os servidores possam aderir a esse estímulo do governo, é avaliado alguns quesitos, como o caso de o servidor público ter filhos de até 6 anos de idade, ou ainda ele ser responsável pelos cuidados de outra pessoa, nesses casos há preferências por esses candidatos.

 

Ipea revela que apenas 28% dos desempregados conseguiram registro em carteira

O Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, revelou um levantamento de dados onde é apontado que apenas 28% de todos os brasileiros que ficaram desempregados e finalmente conseguiram se recolocar no mercado de trabalho no 2º trimestre do ano, possuem carteira assinada. O levantamento foi realizado a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, feita anualmente pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Dentro desses dados, o levantamento revelou que os trabalhadores que foram demitidos e passaram a ter uma recolocação no mercado, cerca de 43% deles atuam sem carteira assinada. Outros 28% desses trabalhadores estão no mercado atuando por conta própria e apenas 1% desse total virou empregador.

O estudo também revelou que de 1,3 milhão de trabalhadores que voltaram para o mercado, 1 milhão atua agora no mercado informal. Ou seja, uma grande parcela dos trabalhadores que ficaram desempregados viram a solução na forma de seguir por conta própria.

O IBGE destacou em sua pesquisa que o trabalho informal é o grande influenciador na diminuição da taxa de desemprego no Brasil. No mês de julho deste ano, a taxa de desemprego teve uma queda e atingiu os 12,8%, o que representa um total de 13,3 milhões de desempregados.

Mesmo com os dados apontando um forte crescimento do mercado informal, o Ipea ainda insiste que o mercado formal é o que mais emprega pessoas no Brasil. Dentro desta modalidade, o Ipea destacou que são 44 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada em todo o país. Sendo assim, esse número representa uma parcela de 49% dos trabalhadores atuantes em todos os meios de trabalho no Brasil.

“Observa-se que ao longo dos últimos anos, vem crescendo o número de trabalhadores por conta própria enquanto o contingente de empregados no mercado formal mantém-se estável”, revelou o estudo.

Dentre a população ocupada no Brasil, o número de trabalhadores que atuam por conta própria no país aumentou de 22% no ano de 2012, para um total de 25% neste ano. No caso do trabalho formal, houve um ligeiro recuo referente ao mesmo período, indo de 23% para 21%.

Mês de agosto registra queda de 13,5% na produção de motos no Brasil

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O setor de produção de motos no Brasil teve uma redução no mês de agosto em 13,5%, comparado com o mesmo mês no ano passado. Ao todo, a produção registrou um número de 80.192 unidades de motos em todo o país. O número é menor que a produção do mês de agosto de 2016, quando o setor registrou um total de 92.725 motos. Os novos dados das produções de moto no Brasil são da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares.

Além da queda da produção no mês de agosto, o acumulado do ano também apresentou uma queda no número de produção do setor. Mesmo sendo um percentual menor, 9%, o acumulado representa uma grande parcela da produção do setor em níveis econômicos. Desde o início do ano até pouco mais da metade, período que corresponde de janeiro a agosto de 2017, cerca de 575.524 motos foram produzidas no Brasil. Os primeiros oito meses do ano de 2016 registrou a produção de 632.490 unidades.

No entanto, o setor de motos, assim como o de carros, tem exportado mais unidades para outros países. A alta na exportação do setor é de 60,1% a mais do que foi registrado no mês de agosto de 2016. Esses percentuais representam um total de 7.239 motos exportadas para outros países no mês de agosto.

Mesmo com os números apontando a queda nas produções do setor, a Abraciclo ainda espera um crescimento acentuado no número de motos produzidas no Brasil. As estimativas da associação é de que até o final deste ano, cerca de 910 mil motos sejam produzidas pelas montadoras. Se esses números foram concretizados, o percentual será de 2,5% maior que a produção total do ano passado.

Em 2016, foram produzidos um total de 887.653 unidades de motos no Brasil. O setor apresentou uma boa taxa de concentração na produção. Neste ano, como a produção já se iniciou com queda no setor, as perspectivas são de que, pelo menos, o setor não feche com queda. Mas se as perspectivas da Abraciclo corresponderem ao resultado final no ano, o setor superará a produção do ano passado.

 

Luiz Carlos Trabuco Cappi e a aquisição bilionária que aumentou a lucratividade do Bradesco

Luiz Carlos Trabuco Cappi foi nomeado presidente do Bradesco no mês de março de 2009, época em que muito se especulava acerca da liderança no segmento bancário. O executivo, entretanto, preferiu manter o foco na qualidade dos serviços que a companhia oferece aos clientes. No ano de 2015, uma transação de grande porte foi efetuada. Tratava-se da aquisição de outra instituição financeira por meio de uma negociação que aqueceu o setor.

O negócio de 5,2 bilhões de dólares foi considerado o maior do ano e consistiu na compra de uma filial, localizada em território nacional, de uma empresa concorrente. Dessa forma, a instituição conseguiu recobrar o fôlego para se estabelecer como líder face às demais companhias do ramo. Diversos produtos bancários foram valorizados após a aquisição da unidade, fazendo com que fossem mais comercializados do que nos demais bancos do mercado. Dentre os serviços mais procurados, destacaram-se depósitos, empréstimos e ativos. Além disso, foi o banco que abriu maior número de agências.

O presidente do Bradesco nasceu em Marília, no ano de 1951. Por coincidência, trata-se do mesmo local onde o banco abriu sua primeira agência. Formado pela Universidade de São Paulo (USP), o executivo viu nessa grande compra uma maneira de fazer com que a companhia crescesse no mercado. O negócio acabou por render a Luiz Carlos Trabuco Cappi o título de “Empreendedor do ano”, denominação concedida pela revista Dinheiro, que trata especificamente do segmento financeiro.

No Bradesco o executivo iniciou sua carreira com 18 anos e obedeceu à política da empresa no que se refere a passar por todos os níveis hierárquicos até que se atinja a presidência. Na gestão que realizou durante o período compreendido entre os anos de 2003 e 2009, na área encarregada por seguros, ele ganhou maior visibilidade na instituição. Nesse período, aproximadamente 30% de todo o lucro foi originado desse setor, algo que se reflete até os dias atuais.

Tão logo tornou-se presidente da instituição financeira, Luiz Carlos Trabuco Cappi inaugurou uma universidade voltada ao ambiente corporativo, de modo a procurar que os líderes renovassem seus conhecimentos. Assim sendo, ele objetivou a manutenção de um diálogo mais intenso com os executivos das várias áreas do banco e deu-lhes mais autonomia nas tomadas de decisões da companhia.

As promoções, entretanto, obedeciam a uma espécie de rito de passagem onde Luiz Carlos Trabuco Cappi fazia questão de reunir os executivos no espaço considerado mais solene da instituição, o Salão Nobre. Na ocasião da cerimônia realizada para promovê-los, o presidente esclarecia que esperava que cada um deles tivesse metas claras para serem ditas, além de um planejamento e algumas estratégias de ação. O executivo é reconhecido também pelo fato de buscar outros profissionais que ainda não trabalham na companhia.

O atual diretor-executivo da instituição, Renato Ejnisman, foi um desses profissionais que Luiz Carlos Trabuco Cappi encontrou trabalhando em outra empresa e resolveu trazê-lo para integrar o quadro da diretoria. O próprio presidente já foi convidado para assumir outros cargos de destaque, mas preferiu continuar sua trajetória profissional na companhia.

 

Mês de agosto fecha com alta de 45,7% na produção de veículos

O mês de agosto fechou com uma alta de 45,7% para o setor de produção de veículos no Brasil. A comparação foi feita em relação ao mesmo período de 2016. Os dados foram divulgados pela Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. Segundo a associação, os dados foram os melhores resultados dentro de 2017, sendo ainda maiores que os números do mês de maio, quando o setor produziu um total de 250,9 mil veículos.

A alta do setor teve o grande impulso no número de exportações, que bateu recorde no total acumulado para este ano. Dentro do período de janeiro até o mês de agosto, foram exportados um total de 506.007 veículos fabricados no Brasil. Os números representam uma alta de 56,01% em comparação com o mesmo período em 2016, quando o setor exportou um total de 324.223 veículos.

O presidente da Anfavea, Antonio Megale, explicou o fenômeno: “O setor de exportação tem um papel importantíssimo na nossa produção. Entendemos isso e espero que continue assim mesmo com uma recuperação do mercado interno, que deve ocorrer em breve”.

Somente no mês de agosto deste ano foram produzidos um total de 260.349 veículos. Em contrapartida durante o mesmo mês no ano passado, o setor produziu um total de 178.704 unidades. Foi o melhor resultado obtido pelo setor desde o mês de novembro em 2014, e ainda o melhor resultado para o mês de agosto também desde o ano de 2014.

A alta para o acumulado do ano foi de 25,5%, somente entre o período de janeiro a agosto de 2017. O total de veículos produzidos no Brasil dentro desse período foi de 1.749.704. No ano passado, o mesmo período registrou uma produção de 1.394.181 veículos.

A alta é ainda maior que o número de veículos novos vendidos, que também teve o melhor resultado no mês de agosto deste ano, um total de 17,75% de crescimento. Os dados mostram que o setor voltou a crescer e que caminha rumo a recuperação dos meses em que houve uma ligeira queda nas vendas e na fabricação de veículos. O esperado é que o setor auxilie na retomada da economia brasileira

Perguntas comuns de quem quer guardar dinheiro para a faculdade dos filhos

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Quantos? Quando? Que tipo de conta? Essas são perguntas comuns de quem está pensando em guardar dinheiro para a faculdade dos filhos ou para a própria faculdade. Aprenda a seguir como lidar com as grandes questões em torno da poupança para a faculdade, ainda mais com seu preço iminente e incerto.

Quanto eu preciso guardar?

O custo da faculdade depende de uma variedade de fatores, incluindo se a instituição é pública ou privada. Enquanto as faculdades públicas recebem financiamento de seus estados, as faculdades privadas dependem fortemente das mensalidades dos alunos. Por isso, a taxa de matrícula em instituições privadas tende a ser alta.

Você pode fazer uma pesquisa sobre o valor das principais universidades e usar esses números como referência para estimar a conta para a faculdade. Basta ter em mente que os custos provavelmente serão maiores em 10 ou 12 anos.

Sendo assim, o interessante é sempre guardar um valor a mais do que o estipulado para o ano em que seu filho entrar para a faculdade, pois é sempre melhor sobrar do que faltar ainda mais quando se trata da educação dos filhos.

E se eu começar a poupar tarde?

Procure maneiras de cortar seu orçamento para que você possa guardar mais dinheiro para economizar. Você também pode pedir a amigos e familiares para contribuir com as economias da faculdade do seu filho em vez de presentes de aniversário. Outra opção é buscar uma fonte de renda extra e guardar todo o lucro para a poupança da faculdade.

No caso de uma poupança mais tardia o importante é começar o quanto antes e sem desanimar. Mesmo que você tenha menos tempo para poupar, você ainda tem a opção de poupar mais dinheiro para compensar o tempo perdido.

E se eu não puder economizar o suficiente?

As famílias geralmente pagam pela faculdade utilizando diversas fontes de renda. No entanto, nem todas as famílias escolhem pagar a faculdade de seus filhos com o dinheiro poupado, pois nem sempre há dinheiro guardado para isso. Outras opções a serem consideradas se não houver tempo ou dinheiro o suficiente para poupar são as bolsas de estudo e os financiamentos estudantis.

As famílias mais ricas do mudo pretende melhorar a economia do mundo

Algumas das famílias mais ricas do mundo se inscreveram em um grupo onde eles investirão partes de suas vastas fortunas de maneiras que melhoram a vida dos outros.

O grupo, que se chama The ImPact, tem muitos créditos bancários bilionários e é uma ideia de Justin Rockefeller e Josh Cohen, CIO de Tyden Ventures.

Os seus membros fundadores incluem Liesel Pritzker Simmons, uma herdeira da fortuna Hyatt Hotels, Jason Ingle, bisneto de Henry Ford e Jim Sorenson, filho do empresário James LeVoy Sorenson.

A ideia é semelhante ao The Giving Pledge de Bill Gates e Warren Buffett, que exige que os signatários cedam pelo menos metade de sua riqueza. Mas trata-se de investir para o bem. Com isso espera-se um impacto significativo na economia de vários países como os da Africa, e um grande impacto social em várias famílias.

“Nenhuma quantidade de filantropia ou ajuda externa vai resolver os problemas que o mundo enfrenta”, disse o CEO Abigail Noble. “Precisamos usar as empresas e os mercados de capitais para fazermos o máximo possível”.

Noble disse que está focada em trabalhar com as “famílias mais influentes do mundo”, e especialmente os membros da família mais jovens que querem adicionar impacto investindo no trabalho filantrópico, que seus pais e avós começaram.

A ImPact construiu uma rede global de 125 membros desde a sua fundação em 2015 e recentemente adicionou signatários do Brasil e da Coreia do Sul.

O pacto é um “compromisso moral”, mas não um documento juridicamente vinculativo. Não existe um nível mínimo de investimento, e a ImPact não revelou quanto foi investido.

A adesão é apenas por convite e Noble disse que a riqueza média das famílias é de aproximadamente 700 milhões de dólares.

O ImPact rastreia o desempenho financeiro e o impacto social dos investimentos de seus membros e compartilha a informação com a rede.

“As famílias não só podem ver seu próprio portfólio, mas também comparar seu portfólio com outras famílias e aprender e tomar decisões sobre como fazer mais investimentos de impacto de forma mais eficaz”, disse Noble.

O poder de uma rede

“Essa ideia de arregaçarmos as mangas e trabalharmos juntos, é ótima, mesmo que você não esteja investindo nas mesmas coisas que eu acredito ser bastante importante”, disse Jean Case, CEO da Case Foundation e co-fundador da ImPact.

Os membros mais jovens das famílias ricas estão se afastando dos métodos tradicionais de investimento, que incluem o uso de “escritórios familiares” para gerenciar carteiras.

“Eles rejeitam a maneira antiga de fazer as coisas, que é apenas um retorno financeiro, e vê quase uma maneira diferente de capitalismo em frente onde o capital privado é usado para o bem público”, disse Case.

 

Governo brasileiro está otimista com o novo acordo entre o Mercosul e a EU

O governo brasileiro está otimista em relação as negociações de um novo acordo econômico entre o Mercosul e a União Europeia (UE) até o final de 2017. Porém, uma fonte informou à agência Reuters que as negociações acerca dos acesso aos mercados, um dos pontos mais importantes do novo acordo, ainda estão apenas em fase inicial.

Apesar da demora, essa fonte declarou acreditar que o acordo possa ser firmado até o final do ano. Segundo o informante, os negociadores europeus parecem igualmente dispostos a chegar a um consenso, cabendo a eles negociar os fatores ligados a agricultura, um dos maiores entraves atualmente.

Outro tema complicado nas negociações é o que diz respeito a carne e o etanol. Enquanto o assunto é tratado como prioridade pelo Mercosul, a União Europeia reluta em negociar esses produtos no momento. De acordo com a fonte, esse tema só deverá ser discutido após as eleições na Alemanha, que estão marcadas para o final de setembro.

Uma das grandes dificuldades históricas de negociação com os europeus é acerca do setor agrícola, tendo em vista que os países desse continente possuem muitas políticas protecionistas no segmento. Por outro lado, os países do Mercosul tem dificuldade em negociar os produtos manufaturados, nos quais os europeus são eficientes e muito competitivos.

Mesmo com as dificuldades, o clima das negociações é considerado positivo, pois a União Europeia passou a valorizar mais os parceiros sul-americanos desde a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. Com a chegada de Trump a presidência, o país abandonou acordos com países asiáticos e deixou de priorizar as parcerias econômicas com a União Europeia,  adotando medidas protecionistas.

Já no Mercosul, a mudança no governo da Argentina foi positiva nesse aspecto, tendo em vista que o governo da presidente Cristina Kirchner era o que colocava mais entraves em dar continuidade a esse tipo de negociação com a União Europeia. Com a chegada de Macri no cargo, a posição dos países que fazem parte do grupo se tornaram mais parecidas, o que auxiliou para o avanço das negociações de um novo acordo comercial muito mais abrangente.

 

A economia do Canadá e a sobretaxa em relação ao preço da madeira cortada

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A produção econômica do Canadá, medida pelo produto interno bruto, foi de US $ 1,67 trilhão em 2016. Este foi apenas um décimo do seu principal parceiro comercial, os Estados Unidos (US$ 18,5 trilhões) e um pouco menos do que o outro parceiro do NAFTA, o México (US$ 2,3 trilhões). A taxa de crescimento do PIB de 2016 no Canadá foi de 1,2%, mais lenta que nos Estados Unidos (1,6%) e no México (2,1%).

O padrão de vida do Canadá, medido pelo PIB per capita, foi de US$ 46.200, inferior aos US$ 57.300, mas superior ao México (US$ 18.900).

O Canadá tem aproximadamente o mesmo tamanho que os Estados Unidos (6,11 milhões de quilômetros quadrados), mas tem apenas 1/10 das pessoas (34,6 milhões). É três vezes o tamanho do México, com um terço das pessoas. Por que o Canadá é tão pouco povoado? Clima. Sua metade do Norte é tão fria quanto a grande parte do ano em que o solo é permanentemente congelado. Como resultado, 90% das pessoas vivem a 161 km da fronteira com os EUA.

O Canadá tem mais água fresca do que qualquer outro país, entre dois a três milhões de lagos. No entanto, a maior parte não pode ser utilizada para usos produtivos, como a energia hidrelétrica ou mesmo a irrigação, graças ao clima frio. Apenas 4,3% da terra do Canadá é adequado para a agricultura, em comparação com 16,9% da terra nos EUA e 12,9% no México.

Trudeau e Trump

Em 24 de abril de 2017, a administração Trump advertiu que poderá impor uma tarifa de 20% na madeira serrada canadense. Isso afetaria US$ 10 bilhões nas exportações. As províncias ocidentais permitem que os madeireiros cortem árvores em terras governamentais. A ameaça sozinha reduziu as importações de madeira serrada canadense. A tarifa seria retroativa. Muitas empresas hesitam em comprar madeira que pode enfrentar uma sobretaxa de 20%.

O Departamento de Comércio deve provar à Comissão de Comércio Internacional dos EUA que as ações do Canadá prejudicam a indústria madeireira americana.

Em 26 de abril de 2017, o presidente Trump sinalizou que os Estados Unidos podem se retirar do NAFTA. Isso segue a ordem executiva que ele assinou em 23 de janeiro de 2017. Isso afirmou a intenção de renegociar o NAFTA. Ele argumenta que o atual acordo dá muito para o México. O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, disse que estaria disposto a negociar um acordo bilateral separado com os Estados Unidos.

Aprenda a criar um orçamento para alcançar seus objetivos financeiros

Independentemente de você usar uma planilha de orçamento, você provavelmente precisa de alguma maneira para determinar onde seu dinheiro vai a cada mês. Criar um orçamento pode ajudá-lo a sentir mais controle sobre suas finanças e permitir economizar para conquistar seus objetivos.

1- Anote sua renda mensal

O primeiro passo na criação de um orçamento é identificar a quantidade de dinheiro que você possui. Tenha em mente, no entanto, que é fácil superestimar o que você pode pagar se você pensa em seu salário total como o que você tem que gastar.

2- Acompanhe seus gastos

É útil acompanhar e categorizar seus gastos para que você saiba onde você pode fazer ajustes. Isso ajudará você a identificar onde você está gastando mais dinheiro e onde pode ser mais fácil reduzir.

Comece por listar todas as suas despesas fixas. Estas são contas mensais regulares, como aluguel ou financiamento, utilitários ou pagamentos de automóveis. É improvável que você possa reduzir esses, mas saber quanto da sua renda mensal é tirado todo mês para pagar essas despesas pode ser útil.

A seguir, liste todas as suas despesas variáveis – aquelas que podem mudar de mês para mês, como mantimentos, gás e entretenimento. Esta é uma área onde você pode encontrar oportunidades para reduzir. O cartão de crédito e os extratos bancários são um bom lugar para começar, pois muitas vezes detalham ou categorizam suas despesas mensais.

3- Defina seus objetivos

Faça uma lista de todas as metas financeiras que deseja realizar no curto e longo prazo. Os objetivos de curto prazo não devem demorar mais de um ano para serem alcançados. Os objetivos de longo prazo, como a poupança para a aposentadoria ou a educação do seu filho, podem levar anos para alcançar. Lembre-se, seus objetivos não precisam ser definidos de uma maneira definitiva, mas identificar suas prioridades antes de começar a planejar um orçamento ajudará. Por exemplo, pode ser mais fácil cortar gastos se você souber que seu objetivo de curto prazo é reduzir a dívida do cartão de crédito.

4- Faça um plano

Use as despesas variáveis e fixas que você compilou para ajudá-lo a ter uma ideia do que você vai gastar nos próximos meses. Com suas despesas fixas, você pode prever com precisão quanto você terá que fazer o orçamento. Use seus hábitos de gastos passados como um guia ao tentar prever suas despesas variáveis.