Para manutenção da Infraero, concessões não serão dadas e fatias vendidas serão reinvestidas na estatal

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Após uma reunião feita na Casa Civil, no dia 17 de agosto deste ano, onde foi discutida a nova rodada de concessões, eis que Dario Lopes, que é o atual secretário de Aviação Civil, veio a público noticiar sobre o assunto, começando por destacar a soma de aproximadamente R$ 8 bilhões que se refere às participações de 49% da Infraero nos consórcios administradores dos aeroportos concedidos. Todavia, é bom lembrar que aí não está incluído o aeroporto de Viracopos, da região de Campinas(SP), já que a sua concessão foi recentemente devolvida ao governo federal, sendo assim um caso em especial, com um trâmite diferente do padrão, obviamente.

Após essa parte, Lopes destacou o que ficou decidido na reunião quanto à destinação desses recursos: eles serão injetados na própria Infraero, ainda que o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, não os considere suficientes para que seja garantida a sustentabilidade dessa empresa no longo prazo, ou seja, os R$ 8 bilhões serviriam apenas de forma paliativa, como uma ajuda a curto prazo. Não à toa que a pasta dos Transportes permaneceu contrária à concessão do aeroporto de Congonhas, em 2018, afinal, foi a manutenção da Infraero a principal razão para essa posição. E a situação, ao que tudo indica, continuará ainda mal resolvida, já que é sabido não sustentar-se ainda a Infraero com a decisão de não conceder o aeroporto de Santos Dumont (RJ), assim permanecendo a estatal em questão com a sua administração. Segundo informou ainda, nessa discussão ocorrida na Casa Civil, fora avaliado que as receitas não conseguiriam preservar a estatal.

Apesar dessa discussão, ainda foi terminada a avaliação que determinará, com exatidão, qual é o valor das participações, ficando-se também sem uma definição de que forma essas participações poderão ser vendidas. E diante desse cenário é que o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Wellington Moreira Franco, preferiu deixar “cifras” para serem discutidas em outra ocasião. E isso até mesmo porque não houve, durante essa reunião citada, uma conciliação das posições do Ministério dos Transportes e do Ministério do Planejamento, já que divergiram sobre concessão do aeroporto de Congonhas, ainda com o detalhe de estar a pasta de Transportes isolada dentro dessa discussão. As divergências, de qualquer forma, só poderiam ser resolvidas com uma decisão oficial, que, por sua vez, necessita de uma reunião do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

 

Caixa divulga vagas para bancários em regime de terceirização

 

Normativa interna de contratação de funcionários da Caixa Econômica Federal teve alteração no começo do mês de agosto de 2017. Segundo o banco, novas vagas foram abertas para bancários terceirizados. Um caminho diferente para as contratações que antes eram feitas somente com os concursos público. O sindicato da categoria de contratação interpretou essa ação como um fim dos concursos públicos para o banco estatal.

A Caixa emitiu um documento para a contratação desses funcionários, onde foi declarado o termo de contratação como “bancário temporário”. Segundo o documento, o funcionário contratado de forma terceirizada poderá executar todas as atividades que um funcionário contratado através de concurso público, sendo responsável pelas atividades do começo ao fim do banco. O documento deixou claro que a nova normativa prevê outras contratações desse tipo, onde os novos funcionários dos mais variados setores do banco serão contratados através da terceirização.

“O serviço prestado pelo Bancário Temporário consiste no desenvolvimento de atribuições inerentes ao cargo de técnico bancário, previstas no contrato firmado com empresa especializada na prestação de serviços temporários”, diz o documento divulgado pela Caixa.

Segundo economistas, essa é uma tentativa do banco cortar gastos com funcionários e ao mesmo tempo elevar a lucratividade da instituição. A expectativa é que esse movimento de terceirização possibilite que os níveis de capital do banco se elevem de acordo com o crescimento forte do crédito.

Outra medida que já foi usada pelo banco foi o programa que incentiva a demissão voluntária de seus funcionários. A medida não foi bem vista pelos funcionários e apenas 4 deles decidiram sair da instituição por conta própria. Os dados mais recentes do banco revelaram que havia cerca de 91.128 funcionários trabalhando na Caixa até o mês de março deste ano. Houve uma queda significativa de 5.863 postos de trabalho em apenas 12 meses.

No entanto, a normativa publicada no documento não diz exatamente quantos funcionários serão contratados. O que ficou claro no documento é que a Caixa irá contratar de acordo com a disponibilidade de orçamento para isso, sendo assim, as contratações poderão variar bastante ao longo dos meses que virão para os mais variados cargos.

Corte nos recursos do PAC podem comprometer o programa Minha Casa, Minha Vida

 

Apresentando vários cortes nos recursos e também nos gastos, o governo federal em 2017, baixou os investimentos feitos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) ao menor valor desde que foi lançado, há mais de oito anos.

Esse programa, que foi criado na época em que o presidente da república era Luiz Inácio Lula da Silva, consiste em alguns investimentos da área pública no setor de infraestrutura, como obras em ferrovias, rodovias, habitação e energia elétrica, estão sendo limitados realizados nos últimos anos através do PAC.

Para o ano de 2017, o orçamento para o PAC que teve a aprovação do Congresso, foi de R$ 36,07 bilhões. Devido à queda da arrecadação esperada pelo governo, ele acabou fazendo um bloqueio das despesas e diminuiu os recursos do PAC em 45%. Esse programa na última revisão do orçamento deixou de ter investimentos no total de R$ 7,48 bilhões.

Os programas do governo como o  Minha Casa, Minha Vida , devem sofrer com esses cortes, atingindo ainda mais o setor da construção civil. Mas para alguns especialistas, esses cortes podem gerar mais parcerias com empresas privadas.

O Ministério do Planejamento declarou, que não há uma estimativa de que o replanejamento dos recursos desse programa possam prejudicar os projetos, e que as obras que já foram iniciadas, podem receber alguns recursos nos próximos meses.

Dyogo Oliveira, que é o ministro do Planejamento, já havia comunicado em julho, que parte do orçamento desse ano do PAC, poderia ser restabelecido. Mas para que isso aconteça, novas receitas terão que ser alcançadas ou então ter a elevação do teto para o déficit das contas públicas, que já está em cerca de quase cento e quarenta bilhões.

Segundo Raul Velloso, que é economista, o anúncio da equipe econômica sobre a revisão da meta desse ano, anunciando o aumento do rombo fiscal, vai acabar não liberando mais verbas para os gastos com os programas do PAC. Isso vai fazer com que os investimentos continuem reduzidos nesse setor.

José Carlos Martins, que é o presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), acredita que com esses cortes, obras que iriam ser retomadas, algumas delas irão continuar paradas, afetando o programa Minha Casa, Minha Vida.

GLP sofre um novo reajuste com aumento no início do mês de agosto de 2017

 

O Gás Liquefeito de Petróleo – GLP – comumente chamado de gás de cozinha, sofreu mais um reajuste com alta de preço de 6,9%. O anúncio foi feito pela Petrobras no dia 4 de agosto de 2017, sendo que este novo aumento é para os botijões de gás comercializados até 13 kg.

Em média o preço do botijão de gás de 13 kg está entre R$ 52,00 e R$ 57,00 em várias regiões do país, sendo esse aumento repassado para o consumidor final com 2,2% na hora da compra, ou seja, uma alta de R$ 1,29. Segundo a Agência Nacional de Petróleo – ANP – esses preços tendem a variar conforme o ponto de venda. Em alguns lugares o valor do botijão de 13 kg pode chegar a R$ 80,00 devido ao reajuste.

A justificativa para esse aumento segundo a Petrobras, é devido a medidas tomadas no dia 7 de junho de 2017, onde uma nova política de preços deve promover novos reajustes para os combustíveis. Essas mudanças no preço tende a acontecer com mais frequência, com previsões para ocorrerem todos os meses devido a cotações no mercado de câmbio. O novo reajuste já está valendo e não está relacionado com aumentos de impostos e sim diretamente sobre o valor do produto.

“Como a lei brasileira garante liberdade de preço no mercado de combustível e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, disse a companhia em nota.

Também no início do mês de agosto a Petrobras fez um reajuste de 8% no preço do GLP para recipientes maiores que 13 kg, geralmente mais utilizados em comércios, restaurantes e na indústria. Essa política implantada no mês de junho de 2017, é devido a orientações do Conselho Nacional de Política Energética – CNPE, que determina a variação no preço do GLP de 13 kg ser menor do que dos industriais.

“Isso desestimula o investimento em infraestrutura e penaliza o consumidor industrial, que já está sofrendo com a crise econômica”, diz Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás.

Como fazer com que sobre dinheiro no final do mês? A resposta: Organização financeira

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Você gostaria que no final do mês sobrasse mais dinheiro? Provavelmente sim, não é mesmo? Então, o que pode ser feito para que isso de fato aconteça? A resposta para esta pergunta reside na organização financeira. Leia este texto até o fim e aprenda como organizar o seu orçamento financeiro.

Planejamento financeiro

O planejamento consiste em decisões tomadas hoje, sobre algo que poderá acontecer no futuro. O planejamento financeiro te auxiliará na concretização dos seus objetivos. Entretanto, ele deve ser elaborado juntamente com toda a família, convença-os das vantagens de economizar, para que no futuro todos possam usufruir de um maior conforto e tranquilidade.

Para atingir um objetivo, você precisa traçar metas, elas irão aproximá-lo do seu objetivo final.

Veja abaixo um exemplo:

Objetivo: Comprar uma casa daqui a cinco anos.

Valor total de uma casa nova: R$ 150.000,00

As suas metas:

1º ano – R$ 25.000,00

2º ano – R$ 52.000,00

3º ano – R$ 82.000,00

4º ano – R$ 98.000,00

5º ano – R$ 150.000,00

Para que isso aconteça, você terá que economizar cerca de R$ 2.000,00 mensais, aplicados na poupança, com uma taxa de 0,7% mês.

Controle financeiro

Faça uma planilha, seja no computador ou em um caderno, e registre todos os seus gastos, além dos seus ganhos.

Quando sobrar dinheiro, invista-o, se faltar, realize o corte de gastos.

Alguém da sua família, precisa assumir o papel de organizador financeiro. Essa função é semelhante a um contador. O organizador financeiro deverá observar os objetivos definidos, acompanhar as suas respectivas metas, elaborar a planilha e coletar de cada membro da família informações sobre os seus gastos.

Pagando dívidas

Para livrar-se de dívidas, siga o roteiro abaixo:

PROCON

  1. Procure o credor e solicite o valor exato do seu débito. Além disso, peça a taxa de juros somadas a este valor.
  2. Procure o PROCON e veja se o cálculo está correto.
  3. Agora, busque negociar o seu débito.

Gaste menos do que ganha

É impossível economizar gastando mais do que se ganha. Elimine todos os seus gastos desnecessários e consuma apenas aquilo que realmente é essencial.

Saiba diferenciar o precisar de algo e o querer algo.

Enfim, aplique as dicas apresentadas nesse artigo e tenha uma vida financeira mais tranquila.

 

 

Em julho deste ano, expectativa dos consumidores teve queda, diz CNI

A realidade em que nós, brasileiros, vivemos, é quase que indiscutivelmente pouco indicativa de alguma melhora a curto prazo. E isso, obviamente, tende a implicar numa baixa confiança em relação a uma série de questões envolvendo economia. Ao menos, é essa a questão em relação ao consumo, de forma geral, em todo o país. É que a confiança dos consumidores novamente caiu, quando no mês de julho deste ano, 2017. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), portanto, são confiáveis.

Em mais detalhes, trata-se o aqui nada menos do que o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec), que foi divulgado dia 28 de julho de 2017, uma sexta-feira. E segundo o mesmo, houve um recuo de 1% na confiança dos consumidores, quando comparada a mesma ao resultado encontrado no mês anterior, atingindo assim os 99,5 pontos.

Quanto à piora em si, pode-se dizer que ela se deu de forma bem generalizada, valendo então dizer-se que é comum a todos os brasileiros essa percepção negativa, um estado menor otimismo em relação a tudo o que envolve seja emprego, seja renda, compras futuras ou inflação.

E como é de costume, também comparou-se o Inec de julho deste ano com a do mesmo mês no ano passado, 2016. Então, nesse confronto, percebeu-se uma diminuição do referido índice, que foi de exatos 1,7%. Concluiu-se, inclusive, que o Inec ficou abaixo, em 8,2%, à média histórica, com seus 108,4 pontos.

A consequência disso, mais do que óbvia, é a de que, ao sentirem-se menos confiantes, os consumidores têm a tendência natural de diminuírem o número de compras, e então, por consequência, busquem mesmo é recompor suas reservas financeiras. Esse fenômeno, Marcelo Azevedo, que é economista da CNI procura explicar melhor. Segundo o especialista, por meio da nota que foi divulgada pela Confederação em questão, à medida em que há uma retração da demanda, as dificuldades de recuperação, seja da atividade, seja da economia, consequentemente aumentam, sendo assim uma proporção inversa.

Pode-se dizer também, após a verificação, que todos os indicadores de expectativas apresentaram uma queda, durante o mês de julho de 2017, sendo a de maior destaque, num sentido negativo, é claro, a perspectiva sobre o emprego, que apresentou um recuo de 5,2% ante o mês anterior. Já quanto ao índice que mensura a expectativa de inflação, esse caiu menos, 1,5%, nesse mesmo período tratado aqui.

Sobre o Inec, por fim, é importante pontuar que ele é resultado de uma parceria com o Ibope Inteligência. Também faz-se imprescindível observar, sobre a edição de julho aqui esmiuçada, que foram ouvidas 2 mil pessoas ao todo, para sua feitura, distribuídos entre 125 municípios brasileiros; e, além disso, que durou o processo de entrevistas apenas três dias, de 13 a 16 de julho.

 

A grande “tacada” de Luiz Carlos Trabuco, à frente do Banco Bradesco

O atual presidente do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco é considerado um executivo com um estilo muito parecido ao do seu antecessor na presidência, Márcio Cypriano. Ambos gostam de ternos discretos e são moderados no uso das palavras. QuandoTrabuco assumiu a presidência da empresa, por exemplo, a instituição bancária havia acabado de perder a liderança no mercado. Com cautela, o empresário ressaltou, na época – “A liderança em si não é um objetivo”. Completou – “Nosso objetivo é fazer o melhor trabalho nos municípios que atendemos”.

Ainda que não fosse o principal objetivo, cerca de dois anos atrás, o banco garantiu a permanência, pelo menos, na briga pelas primeiras colocações no ranking de ativos. Isso por conta de um dos lances mais ousados de Luiz Carlos Trabuco no comando do grupo bancário – o executivo comprou a filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões, no maior negócio no Brasil no ano de 2015.

A trajetória

Luiz Carlos Trabuco, atualmente, tem 65 anos de idade, mas foi aos 18 que chegou ao Banco Bradesco, em 1969. Ele iniciou carreira na instituição bancária como escriturário e passou por áreas como previdência privada e marketing, além de todos os outros escalões de hierarquia.

No ano de 1999, quando tinha seus 47 anos de idade, foi promovido ao cargo de vice-presidente do Banco. Em 2003, acumulou o cargo de chefe da Bradesco Seguros – foi quando se destacou, de fato. Sob a direção de Luiz Carlos Trabuco, a participação de mercado da Bradesco Seguros passou de 23% para 25% do total de prêmios e a contribuição da seguradora no resultado do banco aumentou de 26% para 35%.

Trabuco seguiu no cargo até 2009, ano em que, aos 57 anos de idade, foi indicado pelo conselho de administração da instituição para estar a à frente do, na época, segundo maior banco privado do Brasil.

Luiz Carlos Trabuco substituiu, na ocasião, o então presidente Márcio Cypriano que já estava no cargo há dez anos, mas teve que deixar o comando por conta do estatuto do banco que não permite presidentes com mais de 65 anos. Cypriano, porém, deixou a presidência do Bradesco com uma ótima performance – no tempo em que esteve à frente da instituição, multiplicou o seu valor de mercado de US$ 5 bilhões para US$ 30 bilhões.

Antes de Márcio Cypriano, também ocuparam o cargo de presidência da empresa o fundador do Banco, Amador Aguiar, e Lázaro Brandão, responsável pela indicação de Trabuco.

Luiz Carlos Trabuco nasceu em 6 de outubro de 1951 no município de Marília, em São Paulo e é formado em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FLCH–USP). Também é pós-graduado em Sócio psicologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

 

IBGE aponta 683 mil demissões na construção civil, apesar de indústria e comércio crescerem

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Um fato é que nos encontramos, enquanto país, vivenciando uma recessão econômica histórica. Sim, a crise existe, e está visível para todos, já que muitos a perceberam, inclusive, da pior forma possível: com uma demissão. E como, durante tal situação, a tendência do nosso Brasil é não conseguir crescer o quanto poderia, também não haverá tanta demanda para o setor da construção civil, que então, dada a situação negativa, teve de cortar nada menos que 683 mil postos de trabalho, e isso no período de apenas um ano.

Os dados vieram de fonte se considera confiável, já que são os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, conhecida como ‘Pnad Contínua’. Mais detalhadamente, sobre essa pesquisa em si, foi ela iniciada ainda durante o ano de 2012, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mais conhecido por sua gila ‘IBGE’.

Esmiuçando os tais dados, que são de causar lamento a todo o povo brasileiro, ciente da importância da construção civil e do mal que é o desemprego, vê-se que o encolhimento no total de ocupados, nessa atividade em específico, foi de exatos 9,2%, durante o segundo trimestre deste ano 2017, quando comparado o resultado com aquele que se teve no período equivalente do ano passado, 2016. Os dados todos, vale pontuar, foram divulgados pelo IBGE, como era de se esperar, já pro final de julho, uma sexta-feira, 28.

Infelizmente, a notícia ruim não para por aí, não. Durante o período aqui tratado, também aconteceram os lastimáveis cortes de vagas em outras atividades. Como exemplos, temos os cortes de vagas na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, totalizando assim, um recuo de 8,1% no total de ocupados, que em números reais, equivaleu a -765 mil empregados. Já em relação à administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, a queda, apesar de também lamentável, se deu em bem menor proporção, 1,3%. Essa porcentagem em específico, sendo mais preciso, quer dizer que são, ao todo, -206 mil vagas. Sem contar serviços domésticos, setor em que foram contabilizados um total de -183 mil empregados, no período, sendo assim, em relação ao total de ocupados, uma redução de 2,9%.

Todavia, muitas vezes que as notícias parecem todas negativas, aparece dentre elas uma positiva. E parece ser esse o caso da indústria, que mostrou-se oposta a essa tendência, já que, ao invés de cortar vagas, criou mais 94 mil, e isso durante um ano inteiro. A alta vale ser comemorada, ainda que, no segundo trimestre de 2017, tenha sido de apenas 0,8% no total de ocupados no setor, em comparativo com o trimestre equivalente em 2016. Por fim, há o setor do comércio, também positivo, já que contratou 8 mil empregados. Nesse caso, dizemos que manteve-se numa estabilidade do seu contingente de empregados.

 

Empresário quase virou lavrador, vendeu máquinas de escrever e hoje tem empresa milionária

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O especialista praticamente transformou-se em um fazendeiro, vendeu máquinas de escrever e hoje possui uma organização de magnata que agride e comercializa máquinas de impressão.

Concebido na modesta Senhora de Oliveira, uma cidade mineira com 5.000 ocupantes, o filho dos pequenos fazendeiros José Martinho Reis parecia ter seu destino desenhado: tomar um tiro na terra e seus pais e parentes. Não obstante, ele trocou o cultivador de máquinas de escrever, Minas Gerais para São Paulo, e depois de funcionar como chefe de escola e chefe de divisão, ele possui uma organização que faz mais de R $ 100 milhões por ano, dando impressão de hardware e administrações em todo o país.

Reis Office, elaborado por ele em 1984, é hoje uma das principais organizações no campo do fornecimento de materiais de impressão. A organização oferece impressoras em todo o Brasil. Seja como for, a liderança é terceirizar, alugar e supervisionar máquinas para organizações, desde escritórios de advocacia até sistemas de laboratório expansivos.

“Dez anos antes, somos o comerciante fundamental do irmão no Brasil, há nove, da Canon, e há dois da Kyocera”, diz Reis, referindo-se a uma parte dos maiores fabricantes de impressoras do mundo. A direção do visionário de negócios, em qualquer caso, começou com um hardware engarrafado pela inovação: o.

Em 1974, pouco depois da base tocante em São Paulo, Reis recebeu uma vocação na organização italiana Olivetti, nesse momento um dos pioneiros na criação de máquinas de escrever, que comandava os locais de trabalho em um tempo antes das PCs.

“Eu fiz um benefício no escritório, nesse ponto, eu faria uma linha de segurança para o local de trabalho para ajudar outras pessoas e me familiarizar com a organização. Em menos de dois anos, eu estava nesse ponto chefe de divisão da Olivetti, onde eu permaneci para Há muito tempo “, diz ele.

Em 1984, desconsiderando o conselho de seus companheiros, ele escolheu deixar sua ocupação firme para se embarcar em sua própria organização, mas sem jogar Judas em seu gerente: ele fez, com um cúmplice, um comerciante de hardware Olivetti.

Ele enfrentou algumas emergências. A superinflação da década de 1980, o desenvolvimento moderado do período FHC, até o ponto em que o item primário vendeu – quando Reis acabara de se mudar para o intervalo de impressão. Havia uma variedade de batidas que ele não teme o atual minuto monetário: “Meus filhos trabalham comigo e eles estão enervados, no entanto, passei por um número tão grande de emergências que eu sei que são instantâneos das oportunidades de negócios. ”

Conforme indicado por ele, a confusão de um ano atrás não influenciou seus negócios. “Em 2014, tivemos uma expansão de 2% nas ofertas de impressoras, enquanto o mercado em todos encolheu 19%”. A terceirização aumentou 11%.

Não é surpreendente ver a esperança de alguém que precisava ser um agrônomo, mas não passou o teste de seleção e praticamente completado com uma ferramenta próxima, trocou ramos e enfrentou uma variedade de perrengues. Contra a maré, prevê desenvolvimento de dois dígitos para 2015. Visionário? “Você não pode soltar o ônibus para baixo. No caso de você entrar no choro dos outros, o grupo vê e, além disso, entra”.